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Inversor

O capítulo aborda os fundamentos teóricos dos inversores de tensão, incluindo suas aplicações em acionamento de máquinas e sistemas de alimentação ininterrupta. Também discute componentes eletrônicos como díodos, transístores e circuitos integrados, destacando o circuito integrado 555 e suas diversas configurações e aplicações. Além disso, o texto explica o funcionamento e características dos resistores, incluindo métodos para medir sua resistência.
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Inversor

O capítulo aborda os fundamentos teóricos dos inversores de tensão, incluindo suas aplicações em acionamento de máquinas e sistemas de alimentação ininterrupta. Também discute componentes eletrônicos como díodos, transístores e circuitos integrados, destacando o circuito integrado 555 e suas diversas configurações e aplicações. Além disso, o texto explica o funcionamento e características dos resistores, incluindo métodos para medir sua resistência.
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CAPITULO 02:Fundamentos teóricos

2.1 Estudo dos inversores de tensão


Inversor e um dispositivo elétrico ou eletromecânico capaz de converter um sinal
elétrico CC (corrente continua) em um sinal elétrico CA (Corrente alternada)
2.2 Aplicações
 Acionamento de máquinas elétricas de corrente alternada;
 Sistemas de alimentação ininterrupta, em tensão alternada, a partir da bateria;
 Aquecimento indutivo;
 Fontes chaveadas;

2.3 Tipos de inversores


Os inversores normalmente são classificados em inversores de tensão, inversores de
frequência e inversor de corrente
2.4 Inversor de Tensão
São conversores estáticos destinados a controlar o fluxo de energia elétrica entre uma
fonte de tensão continua e uma carga em corrente alternada monofásica ou polifásica
2.5 Inversor de tensão DC-AC
São também denominados de inversores, estes equipamentos são normalmente
utilizados para obter energia AC provenientes de fontes DC, como é o caso dos painéis
solares ou baterias
2.6 Díodos
E um dispositivo semicondutor que basicamente atua como um interruptor de um
sentido para a corrente
2.7 Aplicações
O díodo e muito usado em eletrónica de forma geral, pela sua função ser tao
importante para vários equipamentos eletrónicos, também muito utilizado na área
industrial alem dos equipamentos normais como os computadores, também existe
aplicações do díodo em Nobreak, circuitos de proteção, estabilizadores e servidores de
TI de modo geral suas aplicações são transformando corrente alternada em continua,
bloqueando sinais elétrico indesejados
2.8Transístor
E um dispositivo semi condutor usado para amplificar ou trocar sinais eletrónico e
potencia elétrica, são semi condutor de três camadas, utilizados na construção de chips
eletrónicos.
Geralmente são feitos de silício ou germânio são construídos a partir de união de três
materiais semicondutores que são obtidos adição de impurezas, os transístores possuem
três camadas alternadas tipo P e duas camadas tipo N.
Funcionamento
Existem vários tipos de transístores e todos eles controlam a passagem dos elétron em
seu interior porem cada tipo de transístor realiza este controle de uma maneira diferente,
para que os transístores possam cortar conduzir ou amplificar o sinal da corrente elétrica
os elementos são dopados com materiais que podem fornecer cargas elétricas que
contribuem para uma melhor condução de eletricidade.
Utilização
São diversas as aplicações dos transístores e mais conhecidos por serem muito usados
em circuitos eletrónicos, em portas logicas, osciladores, amplificadores
Transístor PNP
São utilizados em circuitos eletrónico e muitas vezes são aplicados como amplificadores
de um sinal de tensão
2.9 Utilização
Ligação do transístor PNP
Nesta ligação a tensão deve ser negativa, ou seja, ligamos a base ao negativo ou 0 v da
fonte
Utilização

2.9.1 Transístor NPN


E formado por duas junções NP uma voltada contra outra com cristal P (positivo) para
as costas da outra junção, formando então o transístor de junção bipolar (TJB) NPN
Ligação do transístor NPN
Para conduzi
Resistência elétrica
E a capacidade que uma força tem de se opor a passagem de corrente elétrica
2.9.2 CI 555
Existe uma enorme quantidade de circuitos integrados, são diversos tipos, modelos e
aplicações apesar da afinidade, de circuitos integrados disponíveis no mercado quando
nos referimos a este tipo de componente não podemos deixar de falar do 555.
555 Foi desenvolvido pelo engenheiro Hans Camenzid no ano 1970 e apesar de tanto
tempo desde que foi desenvolvido não houve grandes mudanças em seu circuito ao
longo do tempo este e um circuito integrado muito utilizado e um dos mais conhecidos
na eletrónica sendo muito útil em diversos projetos

Inicialmente o Circuito integrado 555 foi projetado para ser utilizado como timer e
oscilador de uso geral
Caraterísticas
O circuito integrado 555 possui 8 terminais sendo 4 cada lado Ele pode ser encontrado
tanto na tecnologia TTL quanto CMOS Por isso este componente pode operar sobre
tensões de 1,5 a 18volts, com baixo consumo de corrente fornece correntes de saídas e
no máximo 200ma e opera em frequências na ordem de MHz alem disso, alguns
modelos de 555 podem operar em temperatura extremas.
Pinagem do 555
Como em qualquer circuito integrado, o primeiro passo para identificar os pinos do do
CI é identificar onde fica a parte chanfrada na carcaça. Ela indicara qual a posição
correto para olhar e identificar quais são os pinos.

Normalmente essa marcação nos diagramas fica para cima ou virada para a esquerda. A
partir desta marca identificamos os pinos de 1 a 8, seguindo no sentido anti-horário.
Abaixo temos a imagem que apresenta as pinagem do 555, e em seguida a descrição dos
seus respetivos pinos.
GND que também é conhecido como terra, deve estar ligado à terra (0v) da fonte de
alimentação. Caso a polaridade seja invertida pode causar sérios danos no chip.
TRIGGER significa gatilho, isto é, quando um determinado valor de tensão menor que
⅓ da tensão de alimentação for aplicado a este pino, o seu biestável interno é ativado e a
sua saída (OUTPUT).
OUTPUT é a saída que ao ser ativada emite um sinal com amplitude igual a tensão de
alimentação do CI, isso acontece por um intervalo de tempo e com a frequência que
depende de outros componentes ligados ao circuito.
RESET é o pino responsável por interromper e iniciar novamente a operação.
Controlo VOLTAGE, usado para controlar o comparador interno do chip que está
ligado ao pino 6 (THRESHOLD), ou seja, com ele é possível ajustar a sua sensibilidade.
THRESHOLD quer dizer limiar. Este pino desativa o biestável interno e a saída
(OUTPUT) quando estiver com uma tensão acima de ⅔ da tensão VCC.
DISCHARGE significa descarregar. Ele serve para descarregar o capacito que deverá
estar ligado neste terminal.
VCC é o pino de alimentação do 555. Como citado anteriormente, a sua tensão de
alimentação deverá ser entre 1,5V e 18v. Portanto é necessário consultar o seu respetivo
datasheet para fazer a ligação correta.

2.9.3 Aplicações e modo de operação


Ao imaginarmos qualquer projeto que necessite da geração de formas de ondas,
retardos, temporizações ou disparos de dispositivos a partir de sinais de qualquer tipo,
temos o 555 como possibilidade de aplicação.

Este é um circuito integrado que possui três modos de operação que são astável,
monoestável e biestável. Devidos estes modos de operação existe a possibilidade de
muitas aplicações, tais como:

Oscilador
Temporizador
Gerador de pulso

 Estável

O significado de estável é não possuir um estado estável. Essa configuração gera uma
onda quadrada, pois a saída fica alternando o estado entre alto e baixo repetidamente,
sem que o usuário precise intervir.

Esta configuração é usada quando é necessária uma alternância entre o estado ligado e
desligado. Piscar LEDs ou lâmpadas é um bom exemplo do seu uso.

 Monoestável

Como o próprio nome também indica, existe apenas um estado estável. Esta
configuração também faz com que ao receber um sinal de disparo em sua entrada, seja
gerado um sinal de resposta em sua saída.

Porém, o estado estável dessa configuração é a saída desligada, ou seja, enquanto não
houver um sinal da sua entrada ele permanece num nível lógico baixo. Quando tem um
sinal de disparo na entrada, a saída reverte para o nível lógico alto durante um tempo,
voltando para o zero quando esse tempo acabar. Esta configuração tem um uso muito
bem exemplificado em um circuito de acendimento e desligamento automático de
lâmpadas, com um certo tempo de consideração.

 Biestável

Como o próprio nome indica, existem dois estados estáveis. Essa configuração faz com
que ao receber um sinal de disparo em sua entrada, ele gera um sinal de resposta em sua
saída, obtendo um resultado com nível lógico baixo ou alto na saída.
Por exemplo, quando a entrada (TRIGGER) estiver em estado baixo, a resposta na saída
será um nível lógico alto. Porém, o RESET faz que o estado da saída reverta para o
estado baixo.

2.9.4 Resistor

Os resistores são componentes passivos que compõem os circuitos elétricos. A sua


finalidade é basicamente limitar o fluxo de corrente elétrica em um determinado
circuito, além de realizar a conversão de energia elétrica em energia térmica através
do efeito joule.
Pelo fato dos resistores oferecerem uma resistência à passagem de corrente elétrica, a
sua principal grandeza é a resistência elétrica, que possui a unidade de medida dada em
ohm.
2.9.5 Funcionamento e Características
Para facilitar o entendimento em relação ao funcionamento dos resistores, podemos
fazer uma comparação com a água que passa por um cano. Na imagem a seguir é
possível ver que o fluxo de água é uma analogia à corrente elétrica que flui em um
circuito elétrico. Neste caso quando criamos uma resistência ao fluxo de água, a
quantidade de água que passa pelo cano é menor.
Resistor: Tabela de cores
É possível determinar o valor da resistência de um resistor basicamente de duas
maneiras. A primeira é usando equipamentos que sejam capazes de medir a resistência,
como o ohmímetro ou o multímetro.

Outra maneira de saber o valor da resistência de um resistor é através da faixa de cores


no corpo do resistor comparando com uma tabela de cores que é padronizada. A função
do código de cores para resistores é determinar o valor da sua resistência sem a
necessidade de usar equipamentos de medição.

Como usar a tabela de cores?


Utilizar a tabela de cores dos resistores é muito simples! As duas primeiras
faixas de cores no corpo do resistor representam os dois primeiros algarismos do valor
da resistência, a terceira faixa indica a quantidade de zeros que compõem o valor da
resistência, e a quarta faixa representa a tolerância ou incerteza da medida do valor do
resistor. É importante destacar que se não houver a quarta faixa, a incerteza no valor da
resistência do resistor será de 20%

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