Ltcat NM Da Costa Transportes
Ltcat NM Da Costa Transportes
Geovana de Moura
Costa
LTCAT
LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES
DO AMBIENTE DO TRABALHO
NM DA COSTA TRANSPORTES
Vigência 2025
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ÍNDICE
1. IDENTIFICAÇÃO................................................................................................................................... 3
2. ELABORAÇÃO DO LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES DO AMBIENTE DE TRABALHO. ........... 4
3. INTRODUÇÃO. ..................................................................................................................................... 4
4. OBJETIVO............................................................................................................................................. 4
5. DA ESTRUTURA DO LTCAT. .............................................................................................................. 5
6. METODOLOGIA PARA EMISSÃO DO PPP. ....................................................................................... 7
7. DESCRIÇÃO DOS LOCAIS DE TRABALHO E ATIVIDADES ............................................................. 7
8. DISTRIBUIÇÃO DE EPI POR FUNÇÃO. ............................................................................................ ..8
9. EQUPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA – EPC......................................................................... 9
10. DESCRIÇÕES DAS ATIVIDADES REALIZADAS POR FUNÇÃO. .................................................. 9
11. AVALIAÇÕES TÉCNICAS DE EXPOSIÇÃO AOS RISCOS AMBIENTAIS POR FUNÇÃO........... 10
12. DEFINIÇÃO DO GRUPO HOMOGÊNEO DE EXPOSIÇÃO – GHE. .............................................. 11
13. METODOLOGIA PARA AVALIAÇÃOES QUANTITATIVAS DOS AGENTES DE RISCO. ............ 12
14. CONCLUSÕES................................................................................................................................ 14
15. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. ............................................................................................... 15
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1. IDENTIFICAÇÃO.
1.1. EMPRESA
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realizadas na empresa.
3. INTRODUÇÃO.
4. OBJETIVO.
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5. DA ESTRUTURA DO LTCAT.
Nos casos onde o agente for tecnicamente comprovado como insalubre e/ou capaz de determinar
patologias profissionais ou do trabalho, serão tomadas medidas coletivas e/ou administrativas que
objetivem primeiramente diminuir ou extinguir tais agentes ou quando tecnicamente inviáveis, serão
adotadas medidas de proteção do funcionário através de equipamento de proteção individual.
Anualmente será realizada uma análise global, ou sempre que ocorrer qualquer alteração no
ambiente de trabalho ou em sua organização, onde deveram ser realizados os ajustes necessários com
o objetivo de traçar novas prioridades e verificar a eficácia de medidas já tomadas.
Riscos Ambientais.
São todos os agentes físicos, químicos, biológicos existentes nos ambientes de trabalho que, em função
de sua natureza ou intensidade e tempo de exposição, são capazes de causar danos à saúde do
trabalhador. Os riscos ambientais:
Riscos Físicos.
São as diversas formas de energia á que possam estar expostos os trabalhadores. Devem ser
considerados durante as avaliações, os agentes físicos que se apresentam nas seguintes formas de
energia: ruído, vibração, pressões anormais, temperaturas extremas, radiações ionizantes, radiações
não-ionizantes, infra-som e ultra-som.
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Riscos Químicos.
São substâncias compostas ou produtos que possam penetrar no organismo pela via respiratória, ou
pela natureza da atividade de exposição possam ter contato através da pele ou serem absorvidos pelo
organismo por ingestão, tais como: poeira, fumos, névoas, neblina, gases, vapores e outras substâncias
ou produtos químicos.
Devem-se seguir os parâmetros dos anexos 11, 12 e 13 da NR-15, avaliando-se a toxidade dos
agentes químicos empregados e manipulados na empresa.
Riscos Biológicos.
Os agentes biológicos se apresentam nas formas de microorganismos e parasitas infecciosos vivos e
suas toxinas, tais como: bactérias, fungos, bacilos, parasitas, protozoários e vírus, entre outros.
Reconhecimento e inspeção realizado no local de trabalho (avaliação qualitativa) de acordo com o anexo
14 da NR-15 da portaria 3214/78 do MTb, e conforme recomendações da ACGIH e o bom senso.
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(--)
(E)
(O)
Função
Legenda:
Motorista de Carreta
NÃO SE APLICA
USO EVENTUAL
USO OBRIGATÓRIO
EPI
OBS:
OBS:
--
Avental Impermeável
8. DISTRIBUIÇÃO DE EPI POR FUNÇÃO.
--
-- Avental de Raspa
Blusão de Raspa
E
Boné Árabe
--
Bota de Borracha
O
Botina de Segurança
Capacete de Segurança
O
com Jugular
Creme de Proteção
--
--
Luva Anti-Vibração
--
Luva de Látex
--
Luva Nitrílica
--
Luva de Raspa
E
Luva de Vaqueta
--
Macacão Tayvec
--
Mangote de Raspa
PFF02
Mascara de Solda
--
Óculos de Segurança
E
Incolor
Óculos de Segurança
E
Cinza
--
Óculos p/ Maçariqueiro
--
Perneira
--
Perneira de Raspa
Protetor Auricular tipo
os indicados para o Soldador. Todos os trabalhadores que forem a campo deverão utilizar obrigatoriamente, Boné Árabe e Perneira.
--
Concha
Protetor Auricular Tipo
E
Plug
OBS: As atividades onde os Ajudantes de Manutenção auxiliar os Soldadores nos serviços de soldagem deverão utilizar os mesmos EPIs que
Protetor Facial
--
O
Protetor Solar
O
Uniforme
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RESPONSÁVEL PELA
EPC LOCAL OBSERVAÇÃO
CONSERVAÇÃO
N.º DE
CARGO FUNÇÃO CBO EMPREGADOS DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES
► Transporte de cargas
► Realizar verificações e manutenções básicas do veículo
► Manobrar veículos
► Verificar documentos do veículo e da carga transportada
► Vistoriar cargas transportadas
► Definir rotas
► Movimentar cargas volumosas e pesadas
► Atuar conforme definição da Política do Sistema de Gestão Ambiental
► Assegurar o atendimento aos objetivos e metas do sistema de gestão ambiental
Motorista de Carreta Motorista de Carreta 78.25-10 259 aplicáveis à área
► Realizar as tarefas conforme definido nos controles operacionais (quando aplicado)
► Assegurar que terceiros atuando na sua área atenda aos requisitos do Sistema de
Gestão Ambiental
► Sugerir melhorias nas atividades em relação ao Sistema de Gestão Ambiental
► Conhecer e atuar conforme definido sobre os aspectos e impactos ambientais
significativos da sua área
► Alertar a sua chefia / responsáveis quando observar não conformidades ambientais
► Trabalhar de acordo com as normas do Sistema de Gestão Integrado. (Saúde,
Segurança, Meio Ambiente e Qualidade).
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11. AVALIAÇÕES TÉCNICAS DE EXPOSIÇÃO AOS RISCOS AMBIENTAIS POR FUNÇÃO.
Legenda: F-Risco Físico; Q-Risco Químico; B-Risco Biológico; NA - Não aplica; NQ- Não Quantificado
SAÚDE CONF.LITERATURA
POSSÍVEIS TRAJETÓRIAS E
MEIOS DE PROPAGAÇÃO
MEDIDAS DE CONTROLE
EX.: QUANTITATIVO OU
FORMA DE AVALIAÇÃO
CONTROLE PERIÓDICO
EVENTUAL, HABITUAL
RISCOS OU FATOR DE
IDENTIFICAÇÃO DOS
IDENTIFICAÇÃO DAS
POSSÍVEIS DANOS A
Nº. FUNCIONÁRIOS
LOCALIZAÇÃO DAS
POSSÍVEIS FONTES
DETERMINAÇÃO E
AGENTE DE RISCO
DOS AGENTES NO
(INTERMITENTE,
GRAU DE RISCO
JÁ EXISTENTES
QAULITATIVO
GERADORAS
PRIORIDADE
TIPO EXPOS.
AMBIENTE
AVALIADA
EXPOSTOS
FUNÇÃO
TÉCNICA
RISCO
Realização de
Veículo em
exames médicos Treinar os trabalhadores sobre
funcionamento,
Distúrbios conforme o previsto os riscos no ambiente de
Ruído. auditivos outras máquinas e Aéreo Intermitente Quantitativo 3 Moderado
no PCMSO, trabalho, DDS, APR,
equipamentos em
utilização de fiscalização do uso de EPIs.
funcionamento.
protetor auditivo.
Treinar os trabalhadores sobre
F Protetor solar,
Doenças de Qualitativo 2 Médio os riscos no ambiente de
Radiação Solar. Radiação Solar. Aéreo Intermitente utilização de
pele trabalho, DDS, APR,
camisa de manda fiscalização do uso de EPIs.
longa.
Umidificar os acessos próximos
Motorista de Realização de ao pátio e frentes de trabalho,
259
Carreta Movimentação de exames médicos manter a limpeza no interior
Poeira Respirável do caminhão, treinar os
Distúrbios Caminhões e conforme o
Q com Teor de Aéreo Intermitente Quantitativo 2 Médio trabalhadores sobre os riscos
Respiratórios máquinas pelos previsto no
Sílica. no ambiente de trabalho, DDS,
acesos. PCMSO,
utilização de APR, fiscalização do uso de
mascara semi-facial EPIs.
B NA NA NA NA NA PFF02
NA NA NA NA NA
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Os grupos homogêneos são obtidos a partir da caracterização básica, que é dada pela observação e
conhecimento do processo, das atividades e dos agentes, ou seja, das exposições que ocorrem nos
ambientes de trabalho. Existe uma grande vantagem técnica, gerencial e econômica em identificar tais
grupos. Mas observando e conhecendo as exposições, podemos reunir os trabalhadores em grupos que
possuem as mesmas chances de exposição de um dado agente. Essa “igualdade” provem do
desenvolvimento de rotinas, tarefas e ambientes similares, do ponto de vista da exposição. Para fechar os
grupos deve-se levar alguns aspectos em consideração:
- Inicia-se pela função, pois na mesma função é de se esperar que as atividades sejam essencialmente iguais
e, portanto, a chance de exposição associada;
-Tem-se atenção para os desvios de função, não se fixando ao nome do cargo, mas sim pelas atividades, do
ponto de vista ocupacional. Faz-se entrevista com encarregados e/ou chefes para identificar QUEM faz o
quê;
-O GHE se inicia pelo ambiente (edificação ou sítio) e pelo agente;
O grupo é homogêneo no sentido estatístico, e por isso permite que um número relativamente
pequeno de amostras possa definir as tendências de exposição de todo grupo.
A exposição do grupo não será idêntica, pois quem é homogêneo é o caráter estatístico do grupo, e
as variabilidades serão normais dentro dele. Os grupos são uma expectativa formulada pelo higienista,
baseado em conhecimento e experiência, dentro de um julgamento profissional.
Os grupos são obtidos, como visto na parte anterior, a partir da caracterização básica, que e dada
pela observação e conhecimento do processo, das atividades e dos agentes, ou seja, das exposições que
ocorrem nos ambientes de trabalho.
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GRUPO HOMOGÊNEO
DE EXPOSIÇÃO A FUNÇÕES
RUÍDO
GHE 01 Motorista de Carreta.
GRUPO HOMOGÊNEO DE
EXPOSIÇÃO Á VIBRAÇÃO FUNÇÕES
Resultado da medição: Para as amostras onde não forem coletadas 100% da jornada de trabalho aplica-se a
fórmula abaixo para se obter o NE, da função avaliada.
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Colaborador avaliado: Lindomar Ribeiro de Sousa, represente do GHE 1.
- Data da Avaliação: 03/01/2022
- Período Avaliado: das 07h e 12min ás 18h e 30min
- Dose encontrada no período: 17,3%
- Nível de ruído médio: 82,5 dB (A)
- Local: Frentes de Trabalho
- Fontes de ruído: Caminhão em funcionamento, movimentação de outros veículos e equipamentos.
Nível Ruído dB (A) Dose% CA – EPI NRRsf – dB (A) Atenuação com EPI dB (A)
82,5 17,3 5745 16 66,5
Observação: Uso do protetor auditivo obrigatório nas atividades onde o trabalhador utilizar equipamentos
que gerem ruídos.
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16. CONCLUSÕES.
PERICULOSIDADE:
Conforme levantamento realizado, fica descaracterizado a periculosidade/insalubridade para as
funções existentes na empresa NM DA COSTA TRANSPORTES, conforme NR 16 da Portaria 3.214 de
1978, Lei n° 3.514, de 22 de Dezembro de 1977 e Lei nº 7.369, de 20 de setembro de 1985, Publicada no
DOU de 23/09/85 e Lei 12.740 de 08 de dezembro de 2012.
GHE 1.
Para o GHE 1 foi realizada avaliação quantitativa do agente de risco ruído, sendo que o valor
quantificado esta abaixo do limite de tolerância estabelecido na NR 15 - Anexo 01. Atividade laboral
considerada salubre para exposição a ruído.
Por medida preventiva a empresa fornecerá protetor auricular de inserção tipo plug CA- 11512 com
NRRsf de 16 dB (A) ou equivalente que deverá para ser utilizado em locais com maior concentração de
ruído.
Agentes Biológicos.
Conforme os levantamentos realizados os funcionários da empresa NM DA COSTA TRANSPORTES não
estão expostos a Agentes Biológicos capazes de se tornar fonte de risco a saúde ou integridade física dos
trabalhadores. Portanto a atividade é considerada salubre pela exposição a Risco Biológico.
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1995.
VIEIRA, Sebastião I, PEREIRA, Casimiro e col. Guia Prático do Perito Trabalhista. Belo
Horizonte: ERGO Editora, 1997.
Segurança e medicina do trabalho, lei 6514 de dezembro de 1977 normas regulamentadoras nr-
1 a 35, portaria 3214/78.
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