PGR Padaria
PGR Padaria
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE
RISCOS
(Redação dada pela Portaria SEPRT n.º 6.730, de 09/03/2020)
Fevereiro/2023
SUMÁRIO
ITEM DESCRIÇÃO
1 DADOS DA EMPRESA
1.1 DIMENSIONAMENTO DO SESMT
1.2 DIMENSIONAMENTO DA CIPA
2 EMPRESA RESPONSAVEL PELA ELABORAÇÃO DO PGR
2.1 RESPONSAVEIS PELA ELABORAÇÃO
3 INTRODUÇÃO
4 ETAPAS DA ESTRUTURA DO PGR
5 OBJETIVOS
5.1 OBJETIVO GERAL
5.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
6 CLASSIFICAÇÃO DOS RISCOS OCUPACIONAIS
6.1 AGENTES FÍSICOS
6.2 AGENTES QUÍMICOS
6.3 AGENTES BIOLOGICOS
6.4 AGENTES ERGONOMICOS
6.5 ACIDENTES
6.6 DEFINIÇÕES
6.7 ANTECIPAÇÃO
6.8 RECONHECIMENTO
7 METODOLOGIA
CRITERIOS ADOTADOS PARA AVALIAÇÃO DOS RISCOS E TOMADA DE
8
DECISÃO
8.1 MEDIDAS DE CONTROLE
8.2 DIVULGAÇÃO DO PROGRAMA
8.3 DEFINIÇÃO DOS SETORES E DESCRIÇÃO DOS AMBIENTES
9 FLUXOGRAMA DO PROCESSO
10 INVENTÁRIO DE RISCOS
11 IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E AVALIAÇÃO DE RISCOS
12 MATRIZ GUT
12.1 COMO MONTAR A MATRIZ GUT?
12.2 PLANO DE AÇÃO PARA SOLUCIONAR OU REDUZIR OS PROBLEMAS
12.3 PLANEJAMENTO
12.4 MEDIDAS DE ENGENHARIA
12.5 MEDIDAS ADMINISTRATIVAS
12.6 MEDIDAS INDIVIDUAIS
12.7 HIERARQUIA DE CONTROLE DE RISCOS
13 CRONOGRAMA PLANO DE AÇÕES
14 RESPONSABILIDADES
15 CRONOGRAMA DE TREINAMENTOS
1. DADOS DA EMPRESA
OBS: Empresas desobrigadas de constituir o SESMT deverão ser atendidas por profissionais de
empresas específicas prestadoras deste serviço.
EMPREGADO EMPREGADOR
NÚMERO DE TRABALHADORES
Eleitos Indicados
EFETIVO 01 01
SUPLENTES 01 01
2. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA CONTRATADA
O presente programa foi elaborado pelo profissional Mauricio Ricardo da Silva Costa
– Engenheiro de Segurança do Trabalho, com registro no Crea-Ba com o numero de
registro 64164.
________________________________________
Mauricio Ricardo da Silva Costa
Engenheiro de Segurança do Trabalho
Crea/Ba 64164
3. INTRODUÇÃO
a) inventário de riscos; e
b) plano de ação.
O § 5.7.2 cita que os documentos integrantes do PGR devem ser elaborados sob a
responsabilidade da organização, respeitado o disposto nas demais Normas
Regulamentadoras, datados e assinados.
O § 5.3.1.1.1 diz que “A critério da organização, o PGR pode ser implementado por
unidade operacional, setor ou atividade”. Recordando que a documentação mínima do
PGR são os inventários de riscos e os planos de ação, a elaboração considerou a
atividade.
Dessa forma, o PGR implementado por atividade pressupõe que o seja elaborado por
ambiente de trabalho. Dessa forma, na organização a documentação do PGR relativa
à Inventários de riscos se constituirá de tantos quantos forem os ambientes de
trabalho caracterizados.
Identificação de Perigos
Para cada risco deve ser indicado o nível de risco ocupacional, determinado pela
combinação da severidade das possíveis lesões ou agravos à saúde com a
probabilidade ou chance de sua ocorrência.
Medidas de Prevenção
Plano de Ação
Para efeito deste PGR são considerados riscos ocupacionais, os agentes existentes
no meio ambiente de trabalho que, em função de sua natureza, concentração ou
intensidade, tempo e grau de exposição, são capazes de causar danos físicos e a
saúde do trabalhador e são classificados em cinco categorias:
• Ruído;
• Calor;
• Radiações Ionizantes;
• Radiações não ionizantes;
• Pressões Anormais;
• Vibrações de Corpo Inteiro
• Vibrações de Mãos e Braços
• Frio;
• Umidade.
• Poeiras;
• Gases,
• Vapores;
• Neblinas
• Nevoas,
• Fumos.
• Vírus;
• Bactérias;
• Bacilos;
• Fungos (microrganismos causadores de infecções) e os parasitas.
6.6 - DEFINIÇÕES
Perigo – Fonte, situação ou ato com potencial para provocar danos humanos em
termos de lesão, ou uma combinação dessas.
6.7 – ANTECIPAÇÃO
O responsável da empresa deverá assegurar que toda modificação e/ou novo projeto
a ser implantado seja avaliado preliminarmente com relação a identificação de perigos
e avaliação dos riscos potencialmente presentes.
6.8 – RECONHECIMENTO
O reconhecimento dos perigos foi feito com base em entrevistas com trabalhadores
(pelo menos um ocupante de cada função) e seus respectivos supervisores, gerentes
e ou coordenadores.
- Efetiva exposição;
- Toxidade ou nível de agressividade;
- Suposta concentração ou intensidade;
- Suposta hipersensibilidade.
TÉCNICA UTILIZADA
Avaliação dos Tipos de Exposição para avaliação da exposição dos agentes nocivos
(Habitual e Permanente, Habitual e Intermitente, Eventual e Intermitente), foi
considerado o tempo de exposição, frequência da atividade durante o ciclo de
trabalho, limites de tolerância e intensidade/ concentração quantitativa ou qualitativa.
Observada a Portaria nº 3.311 de 29 de novembro de 1989, ainda que revogada, por
não existir legislação com definições claras de tempos de exposição, bem como a
Jurisprudência de uniformização de interpretação de Lei Federal, referente ao
enquadramento por exposição a agentes nocivos conforme abaixo.
Habitual
É a exposição que ocorre com certa habitualidade durante os dias de trabalho, ou
seja, durante todos os dias da jornada normal de trabalho.
Intermitente
É a exposição experimentada pelo trabalhador de forma programada para certos
momentos inerentes à produção, repetidamente a certos intervalos.
Eventual
É a exposição experimentada pelo trabalhador de forma não programada, sem
mensuração de tempo, acontecimento fortuito, previsível ou não.
Após a avaliação de riscos ocupacionais relativos aos perigos identificados, para cada
risco foi indicado o nível de risco ocupacional, determinado pela combinação da
severidade das possíveis lesões ou agravos à saúde com a probabilidade ou chance
de sua ocorrência.
Como metodologia para estimar o nível de risco, adotou-se uma matriz semi
quantitativa do tipo 5 X 5, utilizada pela Controladoria Geral da União (Portaria Nº 910,
de 03.04.2018).
MATRIZ DE RISCO
Muito Alta
(Altamente 10 20 50 80 100
Provável) RM RM RA RE RE
10
Alta 8 16 40 64 80
(Provável) RB RM RA RA RE
8
Média 5 10 25 40 50
(Possível) RB RM RM RA RA
5
Baixa 2 4 10 16 20
(Improvável) RD RB RM RM RM
2
Muito Baixa
(Altamente 1 2 5 8 10
Improvável) RD RD RB RB RM
1
Muito Baixa Baixa 2 Média 5 Alta 8 Muito Alta
1 10
Faixa 1 a 2 4 a 8 10 a 25 40 a 64 80 a 100
Fonte: Metodologia de Gestão de Riscos da Controladoria Geral da União - Portaria Nº 910, de 03.04.2018.
Baixo: de 4 a 8 - Não são necessárias medidas adicionais de controle, a não ser que
estas medidas adicionais possam ser implementadas à baixo custo (considerando tempo,
custos e esforços). Ações para reduzir estes riscos são consideradas de baixa
prioridade. No entanto, estes riscos devem ser monitorados para assegurar que
continuem sob controle.
Paredes em alvenaria, forro em pvc, iluminação natural e artificial, ventilação natural e artificial,
piso revestido com cerâmica, altura aproximado do pé direito 7,80m, área total aproximada
180m².
9. FLUXOGRAMA DO PROCESSO PRODUTIVO
Amateria prima
chega na padaria
O padeiro faz a
mistura do
material. .
A pois ficar
proto é
colocardo na
vitrine
Osclientes
escolhem e pedi
a atendente
A atendente
embala e
entrega aos
clientes.
Identificação de Perigos
EPI Medidas Existentes Perfil de Exposição
Possíveis Lesões e Padrões
Perigo Fonte Geradora Intensidade Técnica Tipo de
Agravos a Saúde Legais Nome CA Eficaz Administrativas e/ou Coletivas
Concentração Utilizada Exposição
(Ergonômico)
Habitual e
Postura em pé por Fluxo de trabalho Dor lombar NR-17 NA NA NA - NA Qualitativa
Intermitente
Longos Períodos
NA = Não Se Aplica / I = Inexistente / EPI = Equipamentos de Proteção Individual / S = Sim / N = Não / CA = Certificado de Aprovação / P = Probabilidade / G = Gravidade / H = Habitual / HI = Habitual e Intermitente / INT = Intermitente /
EV = Eventual / NRs = Normas Regulamentadoras / ppm = partes por milhão / mg = miligramas / LT = Limite de Tolerância / PAIR = Perda Auditiva Induzida por Ruído / DSS = Dialogo Semanal de Segurança / Lavg = Nível Médio
Avaliação dos Riscos Ocupacionais
Nível de Risco
Riscos Fator de Risco Ação Recomendada
Probabilidade Severidade Resultado Classificação Condição
Identificação de Perigos
EPI Medidas Existentes Perfil de Exposição
Possíveis Lesões e Padrões
Perigo Fonte Geradora Intensidade Técnica Tipo de
Agravos a Saúde Legais Nome CA Eficaz Administrativas e/ou Coletivas
Concentração Utilizada Exposição
(Ergonômico)
Dor lombar, dores Habitual e
Postura em pé por Fluxo de trabalho NA NA NA NA NA NA NA
nas pernas. Intermitente
longos períodos
(Acidente)
Quinas, estruturas, Calçado de Habitual e
Batidas Contra Ferimentos diversos NA S - Fornecimento de EPI NA Qualitativa
materiais diversos. Segurança Intermitente
(pés)
(Acidente)
Piso molhado Dor lombar, fratura. NA Bota S - Fornecimento de EPI NA NA Intermitente
Queda
NA = Não Se Aplica / I = Inexistente / EPI = Equipamentos de Proteção Individual / S = Sim / N = Não / CA = Certificado de Aprovação / P = Probabilidade / G = Gravidade / H = Habitual / HI = Habitual e Intermitente / INT = Intermitente /
EV = Eventual / NRs = Normas Regulamentadoras / ppm = partes por milhão / mg = miligramas / LT = Limite de Tolerância / PAIR = Perda Auditiva Induzida por Ruído / DSS = Dialogo Semanal de Segurança / Lavg = Nível Médio
Avaliação dos Riscos Ocupacionais
Nível de Risco
Riscos Fator de Risco Ação Recomendada
Probabilidade Severidade Resultado Classificação Condição
Identificação de Perigos
EPI Medidas Existentes Perfil de Exposição
Possíveis Lesões e Padrões
Perigo Fonte Geradora Intensidade Técnica Tipo de
Agravos a Saúde Legais Nome CA Eficaz Administrativas e/ou Coletivas
Concentração Utilizada Exposição
(Ergonômico)
Habitual e
Postura em pé por Fluxo de trabalho Dor lombar NR-17 NA NA NA - NA Qualitativa
Intermitente
Longos Períodos
NA = Não Se Aplica / I = Inexistente / EPI = Equipamentos de Proteção Individual / S = Sim / N = Não / CA = Certificado de Aprovação / P = Probabilidade / G = Gravidade / H = Habitual / HI = Habitual e Intermitente / INT = Intermitente /
EV = Eventual / NRs = Normas Regulamentadoras / ppm = partes por milhão / mg = miligramas / LT = Limite de Tolerância / PAIR = Perda Auditiva Induzida por Ruído / DSS = Dialogo Semanal de Segurança / Lavg = Nível Médio
Avaliação dos Riscos Ocupacionais
Nível de Risco
Riscos Fator de Risco Ação Recomendada
Probabilidade Severidade Resultado Classificação Condição
Essa matriz serve para classificar cada problema, por meio de 3 critérios:
gravidade, urgência e tendência (probabilidade de piorar em um determinado prazo).
A limitação da metodologia está no fato de que ela não foca como resolver o problema, e
sim a priorização (qual questão deve ser trabalhada).
Por isso, em muitos casos, esse método é utilizado em conjunto com outros, como
o Diagrama de Pareto, o Diagrama de Ishikawa e o Ciclo PDCA. Assim, torna-se ainda
mais completo e eficaz.
O segredo para compreender e utilizar a matriz GUT com eficiência está em conhecer
seus 3 critérios de classificação dos problemas. Vamos ver cada um deles logo abaixo.
Gravidade (G)
Representada pela letra “G”, a gravidade é o critério que avalia o impacto ou
intensidade que o problema pode gerar se não for solucionado. Os danos podem ser
avaliados tanto de forma quantitativa como qualitativa, dependendo do assunto e do
contexto.
Aqui, é preciso analisar todos os pontos que poderão ser afetados, como os
colaboradores, os resultados, os processos etc. Um problema pode ser considerado
extremamente grave quando corre o risco de levar a empresa à falência, por exemplo.
Outros efeitos graves podem incluir a perda de clientes importantes ou até mesmo um
acidente de trabalho grave ou óbito.
A pontuação da gravidade varia de 1 a 5, conforme a seguinte escala:
1. Sem gravidade;
2. Pouco grave;
3. Grave;
4. Muito grave;
5. Extremamente grave.
Urgência (U)
Simbolizada pela letra “U”, a urgência está relacionada ao tempo. Quanto mais rápida
determinada situação precisa ser resolvida, mais urgente ela é. Portanto, esse é um fator
que leva em conta o prazo e a “pressão” para solucionar um problema.
Problemas urgentes costumam ser aqueles que têm prazos definidos por lei, ou ainda os
que dependem do tempo de resposta para os clientes. Para fazer uma avaliação correta,
você pode perguntar: “isso pode esperar?”.
Tendência (T)
Representada pela letra “T”, a tendência diz respeito ao padrão de evolução da situação.
Em outras palavras, ela indica se o problema tende a piorar rapidamente ou se deve
permanecer estável caso não seja solucionado.
Diante disso, um assunto com alta pontuação de tendência é aquele que deve se tornar
maior de uma hora para outra. A pergunta que pode ser feita é: “se não resolvermos
isso hoje, esse problema vai piorar aos poucos ou rapidamente?”.
Você pode analisar problemas com base no desenvolvimento que eles terão na ausência
de uma ação efetiva para solucioná-los. Representa o potencial de crescimento do
problema a probabilidade de ele se tornar maior com o passar do tempo.
Por exemplo:
• orçamento anual para compra de EPIs não aprovado;
• falta procedimento para atividade em altura;
• falta de sistema de linha de vida para o processo de carregamento.
Como são 3 variáveis, é preciso pontuar cada problema para cada critério. Um exemplo
seria:
Para saber qual dos problemas listados exige prioridade, basta multiplicar os resultados
das variáveis “G”, “T” e “U”.
• orçamento anual para compra de EPIs não aprovado (5 x 3 x 3 = 45);
• falta procedimento para atividade em altura (4 x 3 x 4 = 48);
• falta de sistema de linha de vida para o processo de carregamento (5 x 5 x 3 = 75).
A EMPRESA DEVE:
Para saber qual dos problemas listados exige prioridade, basta multiplicar os resultados
das variáveis “G”, “T” e “U”.
A EMPRESA DEVE:
12.3 - PLANEJAMENTO
Contratar empresa
Fazer avaliações Está de acordo
especializada em higiene
ocupacionais. com a lei vigentes
ocupacional.
NR -15
- Acompanhamento;
- Avaliação de resultados;
G U T
Elaborar as Ordens de Serviço de Segurança e Saúde no Trabalho, conforme a NR-01.
A O.S deve conter: Instruções por escrito quanto às precauções para evitar acidentes do trabalho ou 3 3 1
1 Empresa
doenças ocupacionais. A ordem de serviço pode estar contemplada em procedimentos de trabalho e outras
instruções de SST. 09
A empresa deve criar procedimento para as análises de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, G U T
devem ser documentadas e: 3 3 1
a) considerar as situações geradoras dos eventos, levando em conta as atividades efetivamente
2 desenvolvidas, ambiente de trabalho, materiais e organização da produção e do trabalho;
b) identificar os fatores relacionados com o evento; Empresa
09
c) fornecer evidências para subsidiar e revisar as medidas de prevenção existentes.
Manter arquivos a disposição dos Órgãos Fiscalizadores.
G U T
A empresa deve providenciar meios de comunicar aos trabalhadores sobre os riscos ocupacionais 3 4 1
3 Empresa
consolidados no inventario de riscos e as medidas de prevenção do plano de ação – PGR.
12
G U T
Fornecer epis adequado para cada riscos mencionados no inventário de riscos..(Sapato de segurança, luva,
4 óculos). 3 3 1
Empresa
09
A empresa deve criar ficha de entrega de epi, conforme a norma regulamentadora pede. G U T
Manter arquivos a disposição dos Órgãos Fiscalizadores. 3 3 1
5
09
Empresa
G U T
A empresa tem que contratar empresa para criar a brigada de incêndio. 3 4 1
6 Empresa
12
G U T
7 Colocar proteção de correia nas maquinas.
4 4 2
Empresa
32
G U T
Trocar extintores que está despressurizados e vencidos. 4 4 2
8
32
Empresa
G U T
9 3 4 1 Empresa
Fazer manutenção corretiva nas partes elétricas em maquinas e na edificação.
12
Ciente
________________________________________ Data:____/____/______.
Responsável pela Empresa
15. CRONOGRAMA DE TREINAMENTOS
CONOGRAMA TREINAMENTOS PREVISTO NA LEGISLAÇÃO TRABALHISTA, MOTOCLUB
QUANTIDADE 2023
ITEM TREINAMENTO CARGAH EXIGENCIA PRIORIDADE DE PARTICIPANTES JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ
ORARIA LEGAL
Integração de segurança Sempre que
1 (Treinamento Admissional). 1 NR - 01 houver *
Obs. Pode ser realizado por admissão
multiplicador.
DSS – Dialogo Semanal de NR - 01 Semanal Todos os Setores
2 Segurança. 10 a 15
Obs. Pode ser realizado minutos
por multiplicador.
Treinamento sobre EPIs. 2 NR - 06 06 meses Todos que trabalha
3 Obs. Pode ser realizado e transita na
por multiplicador. oficina.
4 Treinamento de brigada 16 IT 17 do 12 meses À definir
de emergência CB
5 Treinamento operação de 4 NR - 12 12 meses À definir
maquina e equipamentos.
Treinamento sobre 4 NR - 17 12 meses À definir
6 ergonomia
(levantamento e
transporte de peso).
Treinamento sobre 2 NR - 17 12 meses À definir
7 ergonomia (postura
inadequada).
*SEGUE PLANEJAMENTO ANUAL DE TREINAMENTOS PARA ATENDIMENTO A LESGILAÇÃO TRABALHISTA / SUGEITO A MUDANÇAS.
Obs: Os treinamentos deverão ser realizados durante o horário de trabalho.
LEGENDA
REALIZADO
PREVISTO
NÃO REALIZADO