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Manual Do Conversor Eei Rev 01 2012

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Manual do Conversor de Vazão

581 TM (Standard) e 591 TM (Painel)

A pioneira da instrumentação no Brasil


2012
2. ÍNDICE

1. Capa.........................................................................................................................................PG. 1
2. Índice........................................................................................................................................PG. 2
3. Informações Gerais..................................................................................................................PG. 3
4. Características..........................................................................................................................PG. 3
4.1 Especificação Standard ...........................................................................................................PG. 3
5. Esquema de Ligação do Conversor 581 TM (Montagem em Campo) ....................................PG. 4
6. Dimensional do Conversor 581 TM (Montagem em Campo) ..................................................PG. 4
7. Esquema de Ligação do Conversor 591 TM (Montagem em Painel).......................................PG. 5
8. Dimensional do Conversor 591 TM (Montagem em Painel).....................................................PG. 5
9. Conexão Elétrica.......................................................................................................................PG. 6
10. Precisão (Erro x Velocidade).....................................................................................................PG. 6
11. Dimensional do Cabo................................................................................................................PG. 7
12. Visão geral do Display...............................................................................................................PG. 7
13. Funções do display....................................................................................................................PG. 8
13.1 Parametrização.........................................................................................................................PG. 8
13.2 Apagando os resultados acumulados ......................................................................................PG. 8
13.3 Ajuste de Zero ..........................................................................................................................PG. 9
14. Problemas comuns ...................................................................................................................PG. 9
15. Dicas Especiais ........................................................................................................................PG. 10
16. Visão geral de todos os parâmetros .........................................................................................PG. 11
17. Significado das nomenclaturas .................................................................................................PG. 12
18. Plaqueta de identificação ..........................................................................................................PG. 14
19. Configuração do modelo ...........................................................................................................PG. 15
20. Anexo - Modbus ........................................................................................................................PG. 16

A ENGINSTREL ENGEMATIC reserva-se no direito de efetuar quaisquer modificações técnicas sem prévio.

ENGINSTREL ENGEMATIC INSTRUMENTAÇÃO LTDA. 2 Manual 581.591TM R01 - 2012


3. Informações Gerais

O conversor 581 TM / 591 TM pode ser usado com o tubo da série 580 TM, aplicado nas versões remotas ou
instalações integrais. Estes equipamentos foram desenvolvidos para trabalhar também com os demais
fabricantes, a única ressalva é que o tubo sempre deve ser calibrado em conjunto com o conversor
ENGINSTREL ENGEMATIC modelo 581 TM / 591 TM.

4. Características:

Display em 3 linhas LCD para a Vazão / Totalizador;


Precisão: +/-0,25% da leitura;
Medição de fluxo bi-direcional, saída de corrente e de pulso;
Largo display digital;
Registros de eventos: 99 / on-off
Comunicação Modbus & Hart

4 . 1 Especificação Standard
Excitação : Onda quadrada Teclado : 3 chaves externas para programação
Display : 3 linhas LCD com illuminação e controle do display.
Linha 1: 11 digitos de totalização de vazão Baixa Vazão Cutoff : 0 a 9.9 %
11 digitos de totalização de vazão reversa Função Datalogger : 99 registros de vazão (aliment) on/off
Gravação dos Dados : Data/Hora alim On/Off
Line 2 : 5 Digitos vazão / Velocidade / % / mA / HZ : Flow rate quando alim On/Off
Line 3 : Parametros / Informações / Limp tot / LOG : Totaliz quando alim On/Off
Alarme, Orientação Damping : 0 a 99 Second
Unidades : M³/H , L/H , Kg/H , T/H , L/min Ajuste da Densidade : 0.1 a 9.99 g/cm²
M³/min , GPH , GPM Auto Diagnóstico : A seguinte mensagem de erro é
Rande de Medição : Min. 0 a 0.15 m/s indicado abaixo:-
: Max. 0 a 15 m/s - Falha da bobina
Precisão : +/-0.25% da leitura dos valores (Velocidade >= 0.5 m/s) - Falha da alimentação
: +/-0.002 m/s (Velocidade < 0.5 m/s) - Saídafora do range
Repetibilidade : +/-0.1% da leitura dos valores - Erro interno.
Saída de corrente : 4-20 mA (Isolado) - Overflow
Carga : Max. 600 Ω - Tubo vazio
Saída de pulso : Coletor aberto Entrada dos Cabos : 4 X M16
Classificação: 3 a 30 VDC, 20 mA Máximo Classe de Proteção : IP 65
Pulsação : 1)Escala de pulso, (Pulso/M³, Pulso/L, Outros) Temperatura Ambiente : -25 to +65 C
: 2)Frequencia, 0-5000 Hz Material : Aluminio Alloy
Largura do pulso : 50% da largura da banda Alimentação : 90-260 VAC, 50/60 Hz
Alarmes : Alto / Baixo com saída de coletor aberto : 24VDC +/-10%(Opção)
Classificação: 3 a 30 VDC, 20 mA Máximo Consumo : 3-17 W (dep do tam do sensor)
Comunicação : RS 485 (Protocolo MODBUS) Peso : 1.4 Kg
: Sinal HART Montagem : Parede
Armazenam de Dados : Parâmetros de operação e de totalização : Tubo de 2"
armazenados por EEPROM por mais de 10 anos

ENGINSTREL ENGEMATIC INSTRUMENTAÇÃO LTDA. 3 Manual 581.591TM R01 - 2012


5.Esquema de Ligação do Conversor 581 TM (Montagem em Campo)

6. Dimensional do Conversor 581 TM (Montagem em Campo)

ENGINSTREL ENGEMATIC INSTRUMENTAÇÃO LTDA. 4 Manual 581.591TM R01 - 2012


7.Esquema de Ligação do Conversor 591 TM (Montagem em Painel)

8.Dimensional do Conversor 591 TM (Montagem em Painel)

ENGINSTREL ENGEMATIC INSTRUMENTAÇÃO LTDA. 5 Manual 581.591TM R01 - 2012


9.Conexão Elétrica

10. Precisão (Erro x Velocidade)

ENGINSTREL ENGEMATIC INSTRUMENTAÇÃO LTDA. 6 Manual 581.591TM R01 - 2012


11. Dimensional do Cabo

12.Visão geral do display:

ENGINSTREL
ENGEMATIC

580.00 m³
+ 20.12 m³/h
! ?

ENGINSTREL ENGEMATIC INSTRUMENTAÇÃO LTDA. 7 Manual 581.591TM R01 - 2012


13.Funções do display:

*Pressione o botão ( ) para ENGINSTREL


Totalização da
ENGEMATIC
o display mostrar a vazão Vazão
580.00 m³
instantânea e totalizada.
+ 20.12 m³/h Vazão
Instantânea
*Pressione o botão ( ) para ! ?
escolher seus objetivos, Barra de
incluindo ícones e números. Ferramentas

*Pressione o botão ( )
quando desejar modificar ou
movimentar os números Sob as condições de medição, examine os
decimais. parâmetros escolhidos ou da barra de ferramentas.
Para os ajustes, verificar as condições de calibração
atual e entre no próximo parâmetro.

13.1 Parametrização:

*Pressione ( ), após 3 segundos o conversor mostrará a chave de trabalho, que é o estado de parametrização ou a
partir de uma nova posição de parametrização.

*Use o botaão ( ) para escolher “SET” e pressione ( ) para entrar nos parâmetros.

*Usando ( ) selecione “YES” e pressione ( ) para entrar no password da interface.

*Digite a senha (0000) e confirme com ( ).

Quando revisar os itens como vazão instântanea, use para escolher e para revisar os valores e
movimentar os números decimais. Toda vez que você pressionar por 3 segundos, o medidor de
vazão voltará ao seu estado de indicação normal.

ENGINSTREL ENGEMATIC INSTRUMENTAÇÃO LTDA. 8 Manual 581.591TM R01 - 2012


13.2 Apagando os resultados acumulados

Pressione para mover até e pressione para entrar para limpar a interface de operação.
Usando escolha “CLR” e pressione para entrar e limpar a interface de checagem. Usando
para escolher “YES” e pressione para finalizar a operação de limpeza.

580.00 m³ 12345.678m³ Clear total? 00.00 m³


+ 20.12 m³/h 1 1345.678m³
NO YES + 20.12 m³/h
2 345.678m³
! ? Exit Help CLR ! ?

∑ da vazão acumulada.

13.3 Ajuste de Zero

Usando a barra de ferramentas, pressione para escolher “ZERO” e pressione , para entrar e
realizar o ajuste de zero. Use para escolher “YES” e pressione , que a medidor de vazão irá
fazer o ajuste de zero automaticamente.

Operate Select Zero? Zero? Condition OK?

Set Reset Esc No Yes NO YES No Yes Help

Zero Trim End Zero Trim End


Condition OK?
+0,50 mV +0,50 mV
Zero Triming
NO YES Help Esc
Zero Set Zero Esc

Quando finalizar o ajuste de zero, escolha “ESC”( ) para voltar ao estado de medição.

Importante: Para ajuste do zero, e necessário que a tubulação esteja cheia e o fluído parado
e sem sólidos em suspensão.

ENGINSTREL ENGEMATIC INSTRUMENTAÇÃO LTDA. 9 Manual 581.591TM R01 - 2012


14. Problemas Comuns

Examinando as informações dos alarmes

O medidor de vazão 580 TM tem a função de diagnosticar os alarmes automaticamente,


qualquer situação anormal será apresentada durante a medição de vazão.

Use para escolher o sinal de alarme ! e pressione para entrar e examinar o alarme.

580.00 m³ Alarm xxxx Alarm code


Blank Pipe Exciting Alarm message
+ 20.12 m³/h
Esc
! 2007/05/06

Quando a informação do alarme não estiver de acordo com a atual condição do medidor de vazão,
por gentileza, contacte o fabricante.

15. Dicas Especiais

1º Quando há necessidade de solda do tubo onde há um medidor de fluxo ou ao redor, deve-se


cortar a alimentação do medidor de fluxo e de alguma maneira cortar a alimentação do cabo
externo.

2º Se o ajuste de zero é instável, mostrado quando os meios de medição não flui ou erro de
grande valor quando a vazão atual é estável, por favor, verificar se o tubo está cheio, se o
aterramento é bom ou não, se os eletrodos estão com impurezas, ou com alguma incrustação.

ENGINSTREL ENGEMATIC INSTRUMENTAÇÃO LTDA. 10 Manual 581.591TM R01 - 2012


Operations Password Language PV units
m³/h L/h GPH
Set Zero Esc ***** Port English etc

Pressione para entrar no parâmetro necessário e então pressione para confirmar o parâmetro
escolhido.

URV m³/H Switch Func Low Cutoff (%FS) Damping (s)


Default Pulse
0 00.000
1 Freq Alarm 0.1 01

Hydro - state Direction Indication Empty detect

Normal Waved Fwd Rev. Bid. Fwd Rev NO YES

Communication Date (YY-MM-DD) Time (hh/mm/ss)

OFF ON 0 5-05-12 07:35:02

Caso deseje a indicação de vazão por: kg/h ou T/h será necessário inserir a densidade do
fluído;
Exemplo: Água: 1.000

16.Visão geral de todos os parâmetros:

Configuração do menu (Senha: 0000)

Número Nome Conteúdo


1 Linguagem Inglês / Português
2 Unidade de Vazão M³/h, L/h, kg/h, t/h, GPH, GPM, L/min, M³/min
3 Densidade do volume (0.1 ~ 0.9999) g/cm³ - nota: unidade de vazão “kg/h” ou “t/h”)
4 Range FS Velocidade de vazão: 0,15 ~ 15 m/s
5 Saída ponto de junção Default, Pulso Equivalente, Freqüência, Status de alarme

ENGINSTREL ENGEMATIC INSTRUMENTAÇÃO LTDA. 11 Manual 581.591TM R01 - 2012


6 Pulso equivalente Freq fim de escala <=5000 HZ nota: display ou saída junção =
alarme
7 Largura do pulso (width) 1m/s, 10m/s, 20m/s, 100m/s, 1/s, 50%
8 Freq fim de escala (0~500)HZ nota:display ou saída junção é = “Freq”
9 Opção de alarme Limite upper (cima)/ Limite low (baixa)/vazão direta/ nota:
display ou saída junção = alarme
10 Limite alarme de alta (0~ 130)% nota: display ON p/ selecionar “upper alarm limit”
11 Limite alarme de baixa (0~ 130)% nota: display ON p/ selecionar “low alarm limit”
12 Sinal corte de baixa (%FS) (0~9.9) % FS
13 Filtro – damping (0~9.9) S
14 Estado do fluído Geral / Flutuações
15 Limite da resposta (%FS) Nota: apenas mostra quando o fluxo está em: "flutuações"
16 Tempo de resposta (s) Nota: apenas mostra quando o fluxo está em: "flutuações"
17 Direção do fluxo Direta, Reversa . Bi-Direcional
18 Indic. da direção da vazão Direto / Reverso
19 Detecção de tubo vazio Não / Sim (NO / YES)
20 Tubo vazio (0~99)% nota: para detectar o tubo em vazio clique em “YES”
21 Comunicação ON / OFF
22 Modo MODBUS RTU / ASCII
23 Taxa de transmissão 1200 / 2400 / 4800 / 9600 / 19200 / 38400
24 Check (verificação) NO / ODD / Even (Não / Par / Ímpar)
25 Adicionar Modbus /ADD 001 ~ 247
26 Data (Date) (2012-06-20)
27 Hora (Time) 12:12:00 horas

Menu de configuração de alto nível (Senha: 1111)

Número Nome Conteúdo


1 Ident do produto (PIN) ***********
2 Calibração Conforme LAB
3 Fator de Calibração Conforme LAB
4 Check ***********
5 Valores de fabrica ***********

ENGINSTREL ENGEMATIC INSTRUMENTAÇÃO LTDA. 12 Manual 581.591TM R01 - 2012


17.Significados das Nomenclaturas:

English / Portuguese - linguagem do display

Operations = Operações

Set = Configuração (Conf)

Zero = Zero

Esc = Sair

Password = Senha

Language = Lingua selecionada

English = Inglês (Ing)

Portuguese = Português (Port)

PV Units = Unidades PV

Alarm = Alarme (ALM)

Switch Func = Saída / Chaveamento

Freq = Freqüência (Freq)

Pulse = Pulso

Liter = Litro

Pulse Width = Largura do Pulso

Low Cutoff (%FS) = Cutoff (%)

Damping = Filtro (segundos)

Hydro State = Estado Hidro

Normal = Normal

Waved = Turbulento

Direction = Direção (Dir)

ENGINSTREL ENGEMATIC INSTRUMENTAÇÃO LTDA. 13 Manual 581.591TM R01 - 2012


FWD = Padrão

REV = Reverso (Rev)

Bid = Bi Direcional (Bid)

Indication = Indicação (Indic)

Empty Detect = Detecção Vazio

NO = Não

YES = Sim

Empty Limit = Limite Vazio

Communication (Comm) = Comunicação (Comun)

Modbus Type = Tipo do Modbus

Baudrate = Taxa transmissão

Parity = Paridade

None = Nenhum

Odd = Par

Even = Ímpar

Modbus Address = Endereço Modbus

Date (YY-MM-DD) = Data (Dia / Mes / Ano) = 20/12/2012

Time (hh:mm:ss) = Horário (h:m:s)

Size = Diâmetro

KS = fator de calibração

Version = Versão (Ver)

Exit = Sair

Clear (CLR) = Limpar

Clear Total = Limpar Tudo

ENGINSTREL ENGEMATIC INSTRUMENTAÇÃO LTDA. 14 Manual 581.591TM R01 - 2012


Zero Trim End = Fim do Zero Trim

Max Limit (% FS) = Limite Máximo (Lim Max (%FS)

Time Limit = Limite de tempo

Freq of URV (Hz) = Frequencia de URV (Hz)

Alarm Select = Seleção de Alarme

Max = Máximo

Bat = Batelada

Min = Minímo

Dir = Direção

Upper – Alarm (% FS) = Alarme de alta (%FS)

Low – Alarm (% FS) = Alarme de baixa (%FS)

18. Plaqueta de Identificação


Modelo: 581 TM____________
Range: / hr
Saída: 4~20mA/Pulso/Modbus
Opcional: _________________
Série: _____________________
Temperatura: -10ºC ~ 60ºC__
Alimentação: 110 ~ 220VCA
ENGINSTREL
ENGEMATIC 581 TM

ENGINSTREL ENGEMATIC INSTRUMENTAÇÃO LTDA. 15 Manual 581.591TM R01 - 2012


19.Configuração do modelo:

Exemplo: 581TM ZR11

ENGINSTREL ENGEMATIC INSTRUMENTAÇÃO LTDA. 16 Manual 581.591TM R01 - 2012


20. Anexo – MODBUS

1. Introduction
MODBUS Protocol is a messaging structure developed by Modicon in 1979, used to
establish master-slave/client-server communication between intelligent devices. It is a de facto
standard, truly open and the most widely used network protocol in the industrial manufacturing
environment. The MODBUS protocol provides an industry standard method that MODBUS
devices use for parsing messages.

2. Communication between MODBUS devices


MODBUS devices communicate using a master-slave technique in which only one device
(the master) can initiate transactions (called queries). The other devices (slaves) respond by
supplying the requested data to the master, or by taking the action requested in the query. A
slave is any peripheral device (I/O transducer, valve, network drive, or other measuring device),
which processes information and sends its output to the master using MODBUS.
Masters can address individual slaves, or can initiate a broadcast message to all slaves. Slaves
return a response to all queries addressed to them individually, but do not respond to broadcast
queries

3. MODBUS REGISTER MAP


MODBUS devices usually include a Register Map. MODBUS functions operate on
register map registers to monitor, configure, and control module I/O. You should refer to the
register map for your device to gain a better understanding of its operation.

4. Serial Transmission Modes of MODBUS networks


The transmission mode defines the bit contents of the message bytes transmitted along
the network, and how the message information is to be packed into the message stream and
decoded.
Standard MODBUS networks employ one of two types of transmission modes:

4.1. ASCII Mode

4.2. RTU Mode


The mode of transmission is usually selected along with other serial port communication
parameters (baud rate, parity, etc.) as part of the device configuration.
Technical Tutorial
Introduction to MODBUS

4.1. ASCII Transmission Mode


In the ASCII Transmission Mode (American Standard Code for Information Interchange),
each character byte in a message is sent as 2 ASCII characters. This mode allows time intervals
of up to a second between characters during transmission without generating errors.

4.2. RTU (Remote Terminal Unit) Transmission Mode


In RTU (Remote Terminal Unit) Mode, each 8-bit message byte contains two 4-bit
hexadecimal characters, and the message is transmitted in a continuous stream. The greater
effective character density increases throughput over ASCII mode at the same baud rate.

5. MODBUS MESSAGE FRAMING


A message frame is used to mark the beginning and ending point of a message allowing
the receiving device to determine which device is being addressed and to know when the
message is completed. It also allows partial messages to be detected and errors flagged as a
result.
ENGINSTREL ENGEMATIC INSTRUMENTAÇÃO LTDA. 17 Manual 581.591TM R01 - 2012
A MODBUS message is placed in a message frame by the transmitting device. Each
word of this message (including the frame) is also placed in a data frame that appends a start bit,
stop bit, and parity bit.
In ASCII mode, the word size is 7 bits, while in RTU mode; the word size is 8 bits.
Thus every 8 bits of an RTU message is effectively 11 bits when accounting for the start, stop, and
parity bits of the data frame
Do not confuse the message frame with the data frame of a single byte (RTU Mode) or 7-
bit character (ASCII Mode). The structure of the data frame depends on the transmission mode
(ASCII or RTU). Note that on some other network types and on MODBUS Plus, the network
protocol handles the framing of messages and uses start and end delimiters specific to the
network.
Technical Tutorial
Introduction to MODBUS

5.1. ASCII Mode Message Frames


ASCII Mode messages start with a colon character ":" (ASCII 3AH) and end with a
carriage return-line feed pair of characters (CRLF, ASCII 0DH & 0AH). The only allowable
characters for all other fields are hexadecimal 0-9 & A-F. Recall that it only takes 7 significant
bits to represent an ASCII character. Likewise, the MODBUS ASCII Mode data .byte’ or
character is only 7 bits long.
For ASCII Mode transmission, each character requires 7 data bits. Thus, each character
is 10 bits when accounting for the start bit, parity bit, and stop bit of the data frame.
In ASCII Mode, all network devices continuously monitor the network for the .start of
message’ colon (:) character. When it is received, every network device decodes the next field to
determine if it is the addressed device.

5.2. RTU Mode Message Frames


RTU mode messages start with a silent interval of at least 3.5 character times
implemented as a multiple of character times at the baud rate being used on the network. The
first field transmitted is the device address. The allowable characters transmitted for all fields are
hexadecimal values 0-9, A-F.
A networked device continuously monitors the network, including the silent intervals, and when
the first field is received (the address) after a silent interval of at least 3.5 character times, the
device decodes it to determine if it is the addressed device. Following the last character
transmitted, a similar silent interval of 3.5 character times marks the end of the message and a
new message can begin after this interval.
The entire message must be transmitted as a continuous stream. If a silent interval of
more than 1.5 character times occurs before completion of the frame (not a continuous stream),
the receiving device flushes the incomplete message and assumes the next byte will be the
address field of a new message.
In similar fashion, if a new message begins earlier than 3.5 character times following a
previous message, the receiving device assumes it is a continuation of the previous message.
This will generate an error, as the value in the final CRC field will not be valid for the combined
messages.
Technical Tutorial
Introduction to MODBUS

6. MODBUS ADDRESSES
The master device addresses a specific slave device by placing the 8-bit slave address in
the address field of the message (RTU Mode). The address field of the message frame contains
two characters (in ASCII mode), or 8 binary bits (in RTU Mode). Valid addresses are from 1-247.
When the slave responds, it places its own address in this field of its response to let the master
know which slave is responding.

ENGINSTREL ENGEMATIC INSTRUMENTAÇÃO LTDA. 18 Manual 581.591TM R01 - 2012


7. MODBUS FUNCTIONS
The function code field of the message frame will contain two characters (in ASCII
mode), or 8 binary bits (in RTU Mode) that tell the slave what kind of action to take. Valid
function codes are from 1-255, but not all codes will apply to a module and some codes are
reserved for future use.

8. MODBUS DATA FIELD


The data field provides the slave with any additional information required by the slave to
complete the action specified by the function code. The data is formed from a multiple of
character bytes (a pair of ASCII characters in ASCII Mode), or a multiple of two hex digits in RTU
mode, in range 00H-FFH. The data field typically includes register addresses; count values, and
written data.
If no error occurs, the data field of a response from a slave will return the requested data.
If an error occurs, the data field returns an exception code that the master’s application software
can use to determine the next action to take.
Technical Tutorial
Introduction to MODBUS

9. MODBUS ERROR CHECKING


MODBUS networks employ two methods of error checking: parity checking
1. Parity checking of the data character frame (even, odd, or no parity)
2. Frame checking within the message frame (Cyclical Redundancy Check in RTU Mode, or
Longitudinal Redundancy Check in ASCII Mode).

9.1. Parity Checking


A MODBUS device can be configured for even or odd parity, or for no parity checking.
This determines how the parity bit of the character’s data frame is set.
If even or odd parity checking is selected, the number of 1 bits in the data portion of each
character frame is counted. Each character in RTU mode contains 8 bits. The parity bit will then
be set to a 0 or a 1, to result in an even (even parity), or odd (odd parity) total number of 1 bits.

9.2. Frame checking


LRC Longitudinal Redundancy Check (ASCII Mode Only)
In the ASCII transmission mode, the character frame includes an LRC field as the last
field preceding the CRLF characters. This field contains two ASCII characters that represent the
result of a longitudinal redundancy calculation for all the fields except the starting colon character
and ending CR LF pair of characters.
CRC Error Checking (RTU Mode Only)
RTU Mode message frames include an error checking method that is based on a Cyclical
Redundancy Check (CRC). The error-checking field of a message frame contains a 16-bit value
(two 8-bit bytes) that contains the result of a Cyclical Redundancy Check (CRC) calculation
performed on the message contents.
Technical Tutorial
Introduction to MODBUS

10. MODBUS EXCEPTIONS


If an unsupported function code is sent to a module, then the exception code 01 (Illegal
Function) will be returned in the data field of the response message. If a holding register is
written with an invalid value, then exception code 03 (Illegal Data Value) will be returned in the
response message.

ENGINSTREL ENGEMATIC INSTRUMENTAÇÃO LTDA. 19 Manual 581.591TM R01 - 2012


11: MODBUS/TCP
MODBUS/TCP is a communication protocol designed to allow industrial equipment such
as Programmable Logic Controllers, computers, operator panels, motors, sensors, and other
types of physical input/output devices to communicate over a network.
Modbus/TCP was invented by Modicon/Group Schneider and is today is one of the most popular
protocols embedded inside the TCP/IP frames of Ethernet. Modbus/TCP basically embeds a
Modbus frame into a TCP frame in a simple manner. This is a connection-oriented transaction,
which means every query expects a response.
This query/response technique fits well with the master/slave nature of Modbus, adding to the
deterministic advantage that Switched Ethernet offers industrial users. The use of OPEN Modbus
within the TCP frame provides a totally scaleable solution from ten nodes to ten thousand nodes
without the risk of compromise that other multicast techniques would give.
MODBUS® TCP/IP has became an industry de facto standard because of its openness,
simplicity, low cost development, and minimum hardware required to support it.
At this moment there are more than 200 MODBUS® TCP/IP devices available in the market. It is
used to exchange information between devices, monitor and program them.
It is also used to manage distributed I/Os, being the preferred protocol by the manufacturers of this type of devices.
MODBUS TCP/IP uses TCP/IP and Ethernet to carry the MODBUS messaging structure.
MODBUS/TCP requires a license but all specifications are public and open so there is no royalty
paid for this license. Making use of TCP/IP also offers the use of embedded Web pages to make
life even more user friendly! Simply ‘surf’ your plant intranet for the information you need by using
your web browser.
Technical Tutorial
Introduction to MODBUS

11.1. Performance from a MODBUS TCP/IP system


The performance basically depends on the network and the hardware. If you are running
MODBUS® TCP/IP over the Internet, you won’t get better than typical Internet response times.
However, for communicating for debug and maintenance purposes, this may be perfectly
adequate and save you from having to catch a plane or go to site on a Sunday morning!
For a high-performance Intranet with high-speed Ethernet switches to guarantee performance,
the situation is completely different.

11.2. How can existing MODBUS devices communicate over MODBUS TCP/IP?
MODBUS® TCP/IP is simply MODBUS® protocol with a TCP wrapper. It is therefore extremely
simple for existing MODBUS® devices to communicate over MODBUS® TCP/IP. To do this a
gateway device is required to convert MODBUS protocol to MODBUS TCP/IP.

11.3. Advantages of MODBUS/TCP


The key advantages of this protocol can be summarized as follows
• It is scalable in complexity. A device, which has only a simple purpose, need only
implement one or two message types to be compliant.
• It is highly scalable in scope. A collection of devices using MODBUS/TCP to
communicate can range up to 10,000 or more on a single switched Ethernet network.
• It is simple to administer and enhance. There is no need to use complex configuration
tools when adding a new station to a Modbus/TCP network.
• There is no vendor-proprietary equipment or software needed. Any computer system or
microprocessor with Internet style (TCP/IP) networking can use MODBUS/TCP.
• It is very high performance, limited typically by the ability of the computer operating
systems to communicate. Transaction rates of 1000 per second or more are easy to
achieve on a single station, and networks can be easily constructed to achieve
guaranteed response times in the millisecond range.
• It can be used to communicate with the large installed base of MODBUS devices, using
conversion products, which require no configuration.
ENGINSTREL ENGEMATIC INSTRUMENTAÇÃO LTDA. 20 Manual 581.591TM R01 - 2012
Technical Tutorial
Introduction to MODBUS

12. MODBUS/TCP and Sena Products


Setting new standards at factory floor, Sena Technologies introducing IALink100-
MODBUS, an industrial device server that enables RS232/422/485 based modbus based serial
devices to be connected to Ethernet using industry standard MODBUS/tcp protocol, for
industrial/factory automation.
The IALink100-Modbus is designed to meet the requirements for various industrial applications.
Using the IALink100 -Modbus, the users can connect various industrial facilities such as PLC,
DCS, DDC, RTU which just support Modbus serial protocol with network devices supporting
Modbus/TCP protocols, which let users to access and monitor the facilities at the remote site. It
can be easily mounted on to a DIN-rail mounting rack, and it supports screw terminal block
interface for power-supply and serial interface.

With these merits for a true communication Data Gateway between Ethernet and Modbus, the
Sena IALink100-Modbus can be your best choice to integrate Ethernet and Modbus network
within your factory for resource sharing and better network integration.

13. Conclusion
MODBUS is an application layer messaging protocol, positioned at level 7 of the OSI
model, that provides client/server communication between devices connected on different types
of buses or networks. The industry’s serial de facto standard since 1979, MODBUS continues to
enable millions of automation devices to communicate. Today, support for the simple and
elegant structure of MODBUS continues to grow. The Internet community can access MODBUS
at a reserved system port 502 on the TCP/IP stack.
MODBUS is used to monitor and program devices; to communicate intelligent devices
with sensors and instruments; to monitor field devices using PCs and HMIs; MODBUS is also an ideal
protocol for RTU applications where wireless communication is required.

Suporte Técnico: (15) 3318.2832 / (15) 3228.3686 / (15) 3228.4165 / [email protected]


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