Banda: Hannah Cranna
Gênero: Alternative Rock, Indie Rock, Power Pop

Disco: Better Lonely Days
Ano: 1995
Faixas:
1. In The Sky (Villavicencio) 2:27
2. Better Lonely Days (Villavicencio) 3:30
3. Let the Rain Fall (Bunovsky) 3:08
4. Mystical (Bunovsky) 5:18
5. Angeline (Bunovsky) 3:55
6. Paul McCartney and Wings (Villavicencio) 2:31
7. Hello (Villavicencio) 2:40
8. Supercal (Bunovsky) 2:30
9. She Loves Me (Villavicencio) 3:48
10. When I Am with You (Villavicencio) 2:38
11. Waterloo Sunset (Davies) 3:18
12. Far Away (Bunovsky) 3:55
Créditos:
Stephen Bunovsky, Ian Alsgaard: Guitars, Vocals
Rocco E. Villavicencio: Vocals, Bass
William Steinmetz: Drums
Músicos adicionais:
Steve Deal: Additional Rhythm Guitar (faixas 4, 6)
Jacob Sonstroem: Piano (faixa 4)
Scott McDonald: Drums (faixa 8)
Pete Caldes: Drums (faixas 5, 7)
Pat Luciano: Additional Guitar (faixa 8)
Dean Falcone: Organ (faixa 5)

Disco: Hannah Cranna
Ano: 1997
Faixas:
1. Don't Fall in Love (Villavicencio) 4:30
2. The Hardest Day (Bunovsky) 4:23
3. Crazy Little Thing (Raccagni) 4:37
4. Waiting & Wondering (Raccagni) 3:50
5. It's a Lie (Bunovsky) 4:21
6. Heroine in Ohio (Villavicencio) 4:32
7. Coming Untrue (Villavicencio) 3:31
8. Toeing the Line (Villavicencio) 3:18
9. Photos (Alsgaard) 2:55
10. Five Wasted Years (Bunovsky) 2:45
11. Falling Down (Bunovsky) 4:20
12. Already Home (Bunovsky) 4:09
Créditos:
Stephen Bunovsky: Vocals, Lead & Rhythm Guitars
Steve Raccagni: Drums, Percussion
Ian Alsgaard: Rhythm Guitar, Vocals
Rocco Villavicencio: Vocals, Bass
Músicos adicionais:
Joey Molland: Backing Vocals (faixas 4, 9), Guitar (faixas 1, 7, 10)
Liz Bunovsky: Backing Vocals (faixa 5)
Jacob Sonstroem: Piano (faixas 2, 5)
Dean Falcone: Organ (faixa 11)
Aimee Kanzler: Cello (faixas 8, 12)
Biografia:
A banda Hannah Cranna se mostrou um tanto anacrônica durante os anos 90, pois não soava como as bandas de Seattle que dominavam a cena musical. Sua música, na verdade, remetia ao pop ultraconservador de Beatles, Kinks, Badfinger, Big Star e Buffalo Springfiel, sons pop puros que ressurgiram com força após os barulhentos anos 90. Suas canções possuíam melodias poderosas e originais em uma década em que elas estavam em falta.
O primeiro álbum, "Better Lonely Days", de 1995, recebeu muitos elogios por seu som pop distintivo. A Ventura County & Coast (nota minha: penso que seja uma revista) proclamou que as canções da Hanna Cranna soavam como "qualquer coisa que Buddy Holly ou os Beatles já compuseram". O show lotado da banda no South By Southwest naquele ano resultou de uma escolha do Austin Chronicle para o festival. "Better Lonely Days" foi um sucesso de crítica. A música "Hello" rodou em cerca de 80 estações de rádio e estava na programação regular da WPLR, em New Haven, Connecticut, uma importante estação radiofônica FM de rock clássico. O segundo álbum, homônimo, contou com o lendário guitarrista, cantor e compositor Joey Molland, da Badfinger (e também colaborador de George Harrison, John Lennon e Ringo Star em alguns dos trabalhos solos desses artistas) como produtor. Um tom ligeiramente mais sombrio permeou esse álbum, evocando uma sensação melancólica reminiscente de "Tonight's The Night", de Neil Young, ou "All Things Must Pass", de George Harrison. Mesmo assim, sempre houve um fio de humanismo perpassando seu som, e, no fim, a devoção intransigente em fazer boa música foi o que realmente determinou a separação do grupo (Pop Geek Heaven; tradução livre do inglês).

