Mostrando postagens com marcador ORGASMO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ORGASMO. Mostrar todas as postagens

21 de janeiro de 2025

31 de outubro de 2024

PRAZERES OCULTOS

Seus olhos negros são poços de mistério
Refletem o universo e a sua imensidão
Neles mergulho me perdendo na sua profundeza
Desse abismo sem fim não quero fugir
Onde o tempo se desvanece no eterno presente
Me sinto rendida por esta sua armadilha

Seus lábios rubis me incendeiam o corpo
Onde o desejo se expressa docemente
Eles selam o nosso amor
Sussurram gemidos e segredos
De beijos eternos enquanto durem
Me sinto presa na sua teia

Seu pescoço exala um perfume de flor
Conduz-me para o caminho do êxtase
Pele macia sendo um convite para a paixão
Ao me aproximar te arrepio na nuca
Você se entrega aos meus desejos
Me sinto dominando seus sentimentos

Seus seios pequenos me seduzem
Aconchego dos meus lábios e língua
Seus mamilos são fontes de prazer
Onde meus beijos repousam na maciez
Uma carícia delicada a te desejar
Me sinto te prendendo em mim

Seu sexo úmido me satisfaz
É o altar onde deposito minha devoção
É onde nossas almas se fundem
Encontro anseios para explorar sem demora
Será que eu desvendarei seus segredos
Onde você se entrega ao intenso gozo

Arthur Claro


Essa poesia foi inspirada na exploração de forma sensual e profunda de uma conexão amorosa e física, transmitindo um sentimento de rendição mútua, misturada com o desejo e afeição dos amantes.

11 de janeiro de 2024

POESIA ORDINÁRIA

Rouca e sem roupa sobre a cama
Amor... amor... amor...
A mortadela defumada sobre a mesa do café
Beijos para acordar nesse belo dia
Sonhos que molham os lábios
Como o orvalho da madrugada nas flores

Despida e desfalecida sobre a cama
Ai... ai... ai...
Ainda suspira após os orgasmos
A noite de ontem foi sensacional
Ela teve orgasmos múltiplos
O gozo da vida e que dá vida

Ofegante e brilhante sobre a cama
Um... um... um...
Umidade escorrendo do seu interior
O sexo lascivo que deixou o corpo frouxo
O ar lhe falta dificultando a respiração
Foi a noite do prazer quase infindável

Roupas sobre o chão do quarto
Suor escorrendo dos corpos
Gemidos acalorados proferidos das bocas
Sexo com sexo numa transa transcendental
Eu, você, você, eu... nós nos amando
Tudo pra acabar nesse orgasmo mútuo

Arthur Claro


Essa poesia foi criada sobre a ideia de transmitir uma relação sexual, aonde os protagonistas acabam tendo um delicioso e sincronizado orgasmo, não sei se eu consegui mostrar isso em palavras como imaginei.

31 de agosto de 2023

SINTA O MEU PRAZER (LA PETITE MORT)

Vejo o quão duro está o seu membro
Porém quero que me sinta úmida
Seus dedos me penetram
Enquanto a sua língua circunda
As minhas pernas tremulam
Vou gozar, ai eu vou gozar...

Não quero saber o seu nome
Só quero sentir o seu corpo no meu
Não quero que você me ligue depois
Só quero o seu membro dentro de mim
As minhas pernas tremulam
Vou gozar, ai eu vou gozar...

Sinta o meu desejo
Me faça ser desejada
Quero esta noite ser o seu desejo
Também de satisfazer o meu desejo
As minhas pernas tremulam
Vou gozar, ai eu vou gozar...

Arthur Claro


Essa poesia foi criada à partir do ponto de vista de uma mulher querendo ter um orgasmo, a expressão "La Petite Mort" significa "a pequena morte" e é a expressão francesa para orgasmo, utilizei esta expressão pois achei romântico como essa poesia pode ser mesmo se tratando de uma mulher querendo ter um orgasmo.

20 de outubro de 2022

TODAVIA O ORGASMO VAI SER COLETIVO

Angélica começou a abrir seus olhos verdes
A luz do Sol se fazia esplendorosa no quarto
O corpo dela está coberto pelo fino lençol
Os seus seios excitados por causa da brisa matinal
A sua vagina lisa está levemente úmida
Porém o cheiro do café recém passado a tira da cama

Lígia retira a calcinha lilás sentando na privada
Lá estava ela devaneando enquanto estava ali urinando
O Sol entra pela janela estreita do alto
Os olhos castanhos dela olhavam os desenhos dos azulejos
Leva a sua mão para o papel higiênico para limpar a vagina
Mas o cheiro do café recém passado a tira do banheiro

Carolina se revira lentamente no sofá cinza
Camisola branca levanta revelando a sua nádega direita
Os olhos azuis continuam fechados
O Sol esquenta a sala adentrando pela porta de vidro
Com a vagina esfregando no tecido da calcinha
Entretanto o cheiro do café recém passado a tira da sala

Todavia quem estava fazendo este prazeroso café?
Todavia era o feitiço dos grãos torrados com água quente
Todavia as mulheres estavam hipnotizadas pelo cheiro natural
Todavia a sedução tinha um propósito pessoal
Todavia a armadilha saiu de uma mente perversa
Todavia o orgasmo vai ser coletivo

Arthur Claro


Essa poesia foi criada para ser uma poesia erótica aonde tudo provoca o(a) leitor(ra) que aprecia um belo café a ficar com vontade de cair de boca num belo café, caso isso não ocorra, quero pedir desculpas, mas pelo menos eu quis seduzir usando palavras, será que alguém sabe quem está fazendo o café?

24 de março de 2022

A MARÉ

Como as ondas sinto a sua língua
Indo, vindo e me molhando
Sorrio satisfeita e querendo mais
Você continua instintivamente
Agora seus movimentos são circulares
Gemo de prazer sem repressão

Você toca o meu clitóris
Me arqueia de prazer
A sua língua sobe e desce
As minhas pernas tremulam
Então solto um berro
Tenho o melhor orgasmo

Arthur Claro


Essa poesia foi inspirada num sexo oral feito em uma mulher, de como os movimentos da língua pode ser iguais os movimentos de uma onda do mar, para provocar um orgasmo feminino.

17 de outubro de 2019

O SONO PÓS-SEXO E DOS JUSTOS


Nossas roupas espalhadas pelo chão
Nossos corpos espalhados pela cama
Uma noite de prazer memorável
Você e eu gozamos diversas vezes
Eu e você estamos agora dormindo

O sono pós-sexo e dos justos
Somos um casal feliz
Somos um casal sexualmente ativos
Sexo por prazer
Orgasmos e suores misturados
Prazer em estar com você

Arthur Claro

Essa poesia foi criada de improviso após refletir um pouco do que podia postar no meu outro blog. A imagem é mais uma do meu acervo de imagens, sim eu coleciono imagens no pc para utilizar quando eu achar necessário.

10 de outubro de 2019

UM CIGARRO APÓS O SEXO


Dois corpos nus sobre a cama
Cumplicidade de amantes
Cabelos sobre o peito
Uma mão sobre a coxa
Os mamilos ainda estão entumecidos
Uma boca pede a outra
As línguas querem bailar
Sexo com amor e tesão
Um intenso orgasmo aconteceu
Um trago no cigarro para relaxar

Arthur Claro

Escrevi esta poesia simples de improviso para o meu blog sobre sexo (www.seminudez.blogspot.com) e então decidi repostar aqui, pois chegou nela na lista de poesias que eu tenho arquivadas em um arquivo de word. A imagem foi retirada do Google.

12 de setembro de 2019

PRAZER MÚTUO


Você deitada na cama me convida
De lingerie preta sobre a sua pele alva
Seus lábios rubros pronunciam o meu nome
Seus olhos verdes me olham nos olhos
As suas mãos acariciam todo o seu corpo
Você está bem provocante

Eu fico excitado com você
Me aproximo de você na cama
Beijo seus lábios com volúpia
Coloco as minhas mãos nos seus seios
Você tira as minhas roupas
O nosso tesão aumentará

Nossos corpos unidos no amor
Nossos sexos juntos sem pudor
Movimentos sincronizados
Prazeres mútuos
Orgasmos múltiplos
Agora vamos dormir de conchinha

Arthur Claro

Essa poesia foi criada para mostrar um pouco do prazer mútuo de um casal que está transando, gozando e sendo feliz na vida. Esta poesia é uma das minhas poesias eróticas. A imagem é do meu acervo pessoal de imagens que achei no Google para postar no meu blog de sexo ou Instagram do blog de sexo.

4 de outubro de 2018

NA JANELA


Estamos extremamente excitados
Beijamos com voracidade
Os nossos corpos quase são um só
Você geme como uma gata no cio
Eu puxo com força o seu cabelo
Você morde levemente a minha boca
Meu pênis entra e sai da sua vagina

Estamos extremamente excitados
O nosso amor é de verdade
Nossos corpos unidos como um nó
Chupo um seio seu que é macio
A sua vagina está nascendo pelo
Você fala gemendo "soca"
Este cheiro de sexo me fascina

Estamos extremamente excitados
Vamos gozar juntos
Você crava suas unhas nas minhas costas
Eu agarro com força a sua cintura
Fazemos um vai e vem frenético
Você se contorce toda e goza
Eu encho a sua vagina com meu gozo

Estamos extremamente excitados
Fizemos sexo encostados na janela
Porém nossos vizinhos podiam nos ver
Mas quem viu, viu e quem não viu, perdeu
Foi esta a transa mais prazerosa
Saciamos a nossa libido

Arthur Claro

Essa poesia foi criada da ideia de falar sobre o ato sexual realizado numa janela aonde vocês (leitores) observam o sexo sendo consumado, não é uma história verídica, pois não tive a oportunidade de fazer sexo com alguma mulher numa janela, mas imaginei e criei esta poesia, a imagem que ilustra é da minha coleção particular que coletei no Google para fazer parte das minhas postagens no meu blog SEM MÁSCARAS E COM POUCA ROUPA.

19 de julho de 2018

DELÍRIO FEMININO


Um beijo apaixonado nos lábios rosáceos
Assim ela fica excitada
Suas pernas trêmulas
As mãos perdidas sem saber aonde tocar
Os biquinhos dos seios eriçados
Ela está encharcada de excitação

Ela não esperava por esse beijo
Porém gostou tanto que quer mais
Seu corpo arrepiou
A sua boca suplica
Desejo intenso por um orgasmo
Aquele orgasmo de tremer as paredes

Ela quer gemer sem parar
Os olhos reviram de prazer
Um grito enlouquecido ecoou
As suas unhas cravam no colchão
Outro grito mais forte
Agora ela tem o seu maior orgasmo

Ela está desfalecida na cama
Um sorriso de satisfação
Mas não tem forças para levantar
Ela só quer repousar
Depois ela vai tomar banho
Para limpar o suor do orgasmo

Arthur Claro

Essa poesia foi criada sobre um orgasmo feminino, a imagem foi retirada da pasta que tenho para postar no instagram @smecpr (sigam lá para ver o que eu já postei e o que irei postar).

15 de março de 2018

SOZINHA EM CASA


Banheira cheia e com umas velas aromatizadas
Música suave e romântica no toca discos
Tiro a minha camiseta branca sem pressa
Acaricio meus seios por cima do sutiã
Que sensação boa
Começo a desabotoar minha calça jeans

Só de calcinha e sutiã vou até a cozinha
Bebo um copo de água derramando no meu corpo seminu
Volto para o banheiro e tiro minha calcinha
Tiro meu sutiã e entro na banheira
Deixo a água me tocar o corpo inteiro
Fico acariciando cada pedaço do meu corpo

Pego o sabonete e vou me ensaboando
Toco meus bicos com as pontas dos dedos
Desço uma das minhas mãos até meu sexo
Dedilho de leve sentindo uma boa sensação
Aumento a intensidade das dedilhadas
Mordo meus lábios e fecho meus olhos

Tenho um intenso orgasmo
Abro os olhos aos poucos
Minhas pernas estão bambas
As minhas mãos estão bobas
Recupero o fôlego
Ai que sensação boa

Arthur Claro

Essa poesia foi criada para demonstrar um ato íntimo de uma mulher. A imagem foi retirada do Google.

23 de fevereiro de 2017

O ORGASMO


O ápice
Retumbante
Gozo
Alucinante
Sentimento bom
Melhor impossível
O ORGASMO

Arthur Claro

Essa poesia foi criada para falar de um momento prazeroso que precisamos nos dar e/ou dar para outra pessoa.