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quinta-feira, junho 06, 2013

Dois urbansketchers na Laurissilva


Levada do Rei


No próximo sábado, dia 8 de Junho, estarei com o urbansketcher José Louro a partilhar a nossa experiência de desenho de campo na floresta laurissilva da ilha da Madeira.

Em Abril de 2012 Sara Simões e José Louro participaram numa expedição de 9 dias à floresta Laurissilva, na ilha da Madeira, a convite do Grupo do Risco, coletivo de desenhadores e fotógrafos científicos. É este relato que gostávamos de partilhar com todos os que quiserem saber como levadas, falésias, loureiros, tentilhões, palheiros e lagartixas foram passadas para o diário gráfico de dois urban sketchers.

Às 15h faremos uma apresentação dos nossos desenhos: o José Louro com os seus registos rápidos e sintéticos, para prender à memória a essência do que se viveu em viagem; e eu com os meus desenhos detalhados e descritivos, a derrapar para a contemplação.

Às 16h iremos orientar um workshop de desenho, propondo aos participantes abordar o museu das comunicações de duas formas, quase diametralmente opostas mas complementares: a máxima economia gráfica; e a descrição detalhada.

Este evento está integrado no 2º Ciclo de Comunicações e Workshops - Do museu ao bairro | histórias de viajantes - organizado pela fundação Portuguesa das Comunicações. Mais detalhes em:
http://www.fpc.pt/pt-pt/Home/Agenda/tabid/278/ModuleID/1184/ItemID/28538/mctl/EventDetails/Default.aspx



Til monumental na Fajã da Nogueira, Montado do Sabugal



Os meus caros briófitos: musgos e antocerotas



Lagartixa da Madeira: Lacerta dugesii


Fundação Portuguesa das Comunicações
Museu das Comunicações
Rua do Instituto Industrial, 16 (ver mapa de localização)
1200-225 Lisboa
Tel: 21 393 5108 /59
Fax: 21 393 5006
E-mail: museu@fpc.pt

Coordenadas GPS 38.707818 | -9.150462

Página do Museu das Comunicações
http://www.fpc.pt/pt-pt/Museu/Informaçõesúteis.aspx

Página do evento no facebook:
https://www.facebook.com/events/540744499302072/

quinta-feira, fevereiro 16, 2012

Ilustrações para artigo científico sobre briologia


Dendroceros paivae sp. nov. 1. Thallus with two young capsules. 2. Spore. 3. Pseudoelater. 4. Transverse section of costa. 5. Epidermal cells of capsule. 6. Superficial view of wing cells. 7. Thallus with a long mature sporophyte (Scales: 1-100 μm; 2-10 μm; 3 and 6-25 μm; 4 and 5-50 μm; 7-0.25 cm).


Foi publicado há poucos dias um artigo científico que inclui quatro ilustrações minhas. É assinado pelo investigador César Garcia, que pertence à equipa do Centro de Biologia Ambiental do Jardim Botânico da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Neste laboratório são estudados briófitos, ou seja, musgos e plantas afins: hepáticas e antocerotas. Estas pequenas plantas representam um estádio primitivo da evolução dos organismos vegetais e, entre as utilidades práticas que lhes são reconhecidas, conta-se a de indicadores da qualidade do ar.

O artigo científico descreve quatro espécies de antocerotas, da família Dendrocerotaceae, presentes em São Tomé e Príncipe. Está disponível online no site Cryptogamie em acesso livre para utilizadores registados.

Uma das espécies descritas é nova para a ciência e foi baptizada com o nome paivae em homenagem ao professor Jorge Paiva, notável pela sua investigação em botânica e pelo seu esforço em promover a conservação da natureza. Para saber mais sobre o trabalho de César Garcia e sobre a homenagem a Jorge Paiva, recomendo a leitura do artigo no Ciência Hoje.




Dendroceros herasii Infante (LISU 237201). 14. Superficial view of wing cells. 15. Thallus with mature capsule. 16. Spore. 17. Epidermal cells of the capsule. 18. Pseudoelater. 19. Transverse section of costa. 20. Gemmae (Scales: 14 and 17-50 μm; 15-0.25 mm; 16-10 μm; 18-100 μm; 19-30 μm; 20-25 μm).



Dendroceros crispatus Nees (LISU 237209). 27. Thallus with capsule. 28. Spore. 29. Transverse section of costa. 30. Pseudoelater. 31. Superficial view of wing cells. 32. Epidermal cells of capsules (Scales: 27-0.25 mm; 28-10 μm; 29-100 μm; 30 and 32-50 μm; 31-33 μm).



Megaceros flagellaris (Mitt.) Steph. 37. Thallus with mature capsule. 38. Spore in proximal view. 39. Pseudoelater. 40. Epidermal cells of capsules. 41. Cells of thallus lamina including the margin. 42. Transverse section of capsule wall (Scales: 37-0.6 mm; 38-10 μm; 39, 40, 41 and 42-50 μm).






O meu trabalho de ilustração foi feito a partir da observação de plantas em lupas binoculares e microscópios. Translúcidas e rendilhadas, são pequenas e frágeis preciosidades, mais reluzentes ou mais rugosas, conforme o seu grau de hidratação. Apesar do valor estético da sua superfície - cor, transparência, brilho e textura - o que importa representar neste caso é a morfologia, de maneira a mostrar as características representativas de cada espécie.

O desenho tem aqui uma função descritiva e usa uma linguagem que procura ser tão clara e inequívoca quanto o método científico o exige. Esta linguagem tem como léxico a linha e o ponto.

A linha, além de estabelecer os limites de cada estrutura, também indicia a progressão das superfícies e as suas relações de sobreposição. Uma linha de contorno também pode ajudar a indicar a volumetria de cada massa sob a iluminação convencional, com origem acima e à esquerda do objecto: os contornos iluminados são então representados com linhas finas, claras; e os contornos em sombra são representados com linhas espessas, escuras.

O ponto é usado em diferentes concentrações para sugerir textura, espessura ou sombra.

Devo esclarecer que as imagens que obtive através das objectivas nem sempre se pareciam com o que vim a desenhar. Principalmente as células das cápsulas, vistas ao microscópio, estão longe de se parecerem com os meus desenhos finais. Para interpretar aquilo que eu estava a ver sob a lente foi necessário comparar os vários planos de focagem do microcópio e ter como referência as representações de células de cápsulas feitas por outros ilustradores.

Ao contrário do que pensam os leigos, a objectividade em ilustração científica raramente tem a ver com um realismo fotorrealista. Na verdade a objectividade tem mais a ver com o rigor na interpretação e formalização da realidade, ainda que essa realidade tenha que ser substituída por códigos que se afastam das aparências.

A objectividade aqui tem a ver com abstracção e com uma codificação que vai ao encontro da consistência da ilustração taxonómica como um todo. Idealmente, uma ilustração de uma espécie desenhada hoje deveria poder ser colocada lado a lado com uma ilustração de uma outra espécie semelhante desenhada no século XIX, para podermor comparar as caraterísticas de ambas sem qualquer interferência de técnicas ou estilos dos autores.

Penso que isto torna claro o porquê de a ilustração científica continuar a fazer sentido numa época em que temos a fotografia digital à nossa disposição. É que a fotografia não possiblilita o nível de selecção e interpretação que o desenho permite. Há que tirar partido daquilo que o desenho ou a fotografia nos dão e combiná-los da melhor forma para mostrar a riqueza do nosso objecto de estudo.

Agradeço ao Dr. César Garcia e à Drª Cecília Sérgio a oportunidade de voltar a colaborar na ilustração das publicações da equipa do laboratório do Jardim Botânico e pela generosidade de me apresentarem a esta dimensão ilimitada de coisas pequenas e verdinhas. :)

sexta-feira, agosto 20, 2010

Galeria Gasosa


A partir desta semana tenho uma selecção do meu portfolio de ilustração na Galeria Gasosa. Esta galeria tem como objectivo divulgar jovens artistas e é um site paralelo ao blog Vai uma Gasosa?.

Vai uma Gasosa? começou por ser um projecto pessoal de António Torres, dedicado à música e à street art. Entretanto o blog tem crescido e já conta com a colaboração de vários amigos que escrevem sobre diversos temas: cinema série B, crónicas do quotidiano, ensaios estéticos, mixtapes, etc.. Há actualizações diárias e rúbricas semanais. "Dá um enorme trabalho mas dá um gozo muito maior.", diz António.
Fico impressionada com esta dedicação!

Em Agosto a Gasosa está em férias mas promete voltar em força em Setembro com mais notícias fresquinhas. Vale a pena ir lá espreitar.

Obrigado, António, pela simpatia e pela divulgação do meu trabalho. Parabéns a todos os envolvidos e votos de muitas ideias borbulhantes e longa vida para o projecto!

domingo, novembro 15, 2009

Guia de campo dos briófitos e líquenes das florestas portuguesas


Já passaram três anos desde que me interessei pelos musgos como tema para o meu primeiro projecto de ilustração científica. Nessa altura enchi um tupperware com pequeninos tapetes verdes que recolhi em Sintra e andei a espreitá-los com um conta-fios.

O professor Pedro Salgado encaminhou-me para o laboratório do Jardim Botânico (MNHN), onde pude falar com especialistas em briófitos e ver os meus musgos à lupa binocular e ao microscópio. Foi com a doutora Cecília Sérgio que fiquei a saber que plantinhas levava no tupperware e foi então que elegi a Timmiella barbuloides para ilustrar.

Entretanto, no Jardim Botânico preparava-se um guia de campo sobre líquenes e briófitos dos carvalhais e foi então que a doutora Cecília me convidou para realizar as ilustrações para a introdução do livro.

Em Abril de 2006 dei este trabalho por concluído mas por questões de financiamento, apenas recentemento o livro foi publicado. Finalmente, na semana passada, deu-se o seu lançamento no âmbito das comemorações do 131º aniversário do Jardim.

Estou muito contente com a novidade. Agora que estou munida com o guia fiquei cheia de vontade de voltar a sair para identificar que plantinhas crescem pelos muros e troncos. E de trazê-las para casa para as desenhar, é claro!





terça-feira, julho 24, 2007

Concurso CIIMAR

Participei num concurso e exposição de ilustração científica no âmbito de um congresso de ciências biológicas que decorreu no Porto e que foi organizado pelo CIIMAR (Centro Interdisciplinar de investigação Marinha e Ambiental).

Três das peças que enviei foram distinguidas.


A Frullania recebeu o primeiro prémio na categoria de Ilustração Digital. É uma aguarela com edição digital que representa vários aspectos de uma hepática.
Recebi um vale de 75 euros da Papelaria Fernandes!



O Musgo no seu habitat recebeu uma menção honrosa na categoria de Ilustração a cores. Este trabalho foi feito a grafite e a aguarela.


Finalmente, a Pinha de Casuarina recebeu também uma menção honrosa na categoria de Ilustração a preto e branco em tom contínuo.

O meu colega Filipe Franco mostrou e escreveu mais detalhadamente sobre todas as distinções no blog dele. Vale a pena ver a lindíssima prancha sobre o medronheiro que ele pintou. E o resto também!

sexta-feira, maio 25, 2007

Exposição no Porto


Vou participar num concurso de Ilustração Científica no âmbito de um congresso de ciências biológicas no Porto.

Os trabalhos entregues para o concurso estarão expostos durante os três dias do congresso, 4, 5 e 6 de Junho de 2007, na Biblioteca Municipal Almeida Garrett.

segunda-feira, março 05, 2007

Líquenes e briófitos dos carvalhais

Estas são três ilustração que em breve irão ser publicadas num guia de campo sobre líquenes e briófitos dos carvalhais.


Líquene: Parmelia.

Musgo: Funaria hygrometrica.


Hepática: Frullania.

segunda-feira, janeiro 22, 2007

Caminhada em Sintra


Ontem à tarde fui passear a Sintra e trouxe alguns bocadinhos dos 7km do caminho percorrido. Segui pela Rampa da Pena (percurso pedestre que começa à porta de Seteais e sobe até à estrada que vai dar ao castelo) e depois virei à direita, como quem vai para os Capuchos, até à Tapada do Mouco.
É comum eu apanhar musgos, liquenes e raminhos para poder desenhar em casa, mas a maior parte das vezes não tenho tempo de os desenhar imediatamente e começam a ficar estragados. Ontem não quis deixar que isso acontecesse e enquanto tinha o jantar ao lume, fiz uns apontamentos rápidos do que recolhi. A contrapartida é que descurei os tachos e deixei queimar o arroz.
Para estes esboços usei grafite e aguarela aplicada com o Water Brush Pen (uma caneta-pincel com um compartimento que leva água - prático para transportar mas menos controlável que um pincel tradicional).

terça-feira, setembro 05, 2006

Musgo no seu habitat


Grafite e aguarela. 5 de Setembro de 2006

Esta era a ilustração que eu sentia que me faltava para completar a série do musgo: o seu habitat.
Aproveitei para experimentar a técnica da aguarela sobre grafite. A ideia é fazer primeiro um desenho completo a grafite que funcione sem cor; a seguir aplica-se uma borrifadela de fixador em spray (só uma mesmo!); por fim, dá-se cor com a aguarela nas zonas para onde queremos dirigir a atenção do observador.
Para quem estiver interessado nesta técnica, veja o trabalho do ilustrador Dugald Stermer. http://www.dugaldstermer.com/
Esta ilustração foi feita a partir de uma foto que tirei em Sintra no Parque de Monserrate.

segunda-feira, setembro 04, 2006

Tronco com musgo


Aguarela, 28 de Agosto de 2006

Mais um exercício de aguarela. Usei como referência uma foto que tirei em Sintra no Parque da Pena. Desta vez experimentei trabalhar num formato grande (32,5 x 46cm) e num cavalete. Descobri duas coisas:
- é preciso muito mais tinta! Andar constantemente a espremer as pastilhas não é prático! Depois de acabar este exercício optei por comprar aguarelas em tubos das cores que uso mais, porque desta forma é muito mais fácil preparar cores em quantidade suficiente para toda a área de aplicação;
- a tinta escorre! Quando pintar no cavalete com muita água é preciso ter uma esponja ou papel absorvente sempre à mão.

quinta-feira, junho 22, 2006

Abertura da Exposição


Caros amigos!

Cecília, Teresa, Fátima, Filipa, Marisa, Jorge, Gilda, Sara, Pedro, Carlos, Carla, Pai, Elfinho! Estou muito contente por ter contado com a vossa presença ontem na exposição!
Paula, Sara, Priminha, Miguel: agradeço que tenham tentado aparecer!

Para os que ainda não foram aqui ficam algumas notas para lhes abrir o apetite.

Há quatro áreas distintas:
1. Ficus macrophylla. À esquerda da entrada estão os desenhos da ilustre árvore que vos dá as boas vindas à entrada do Jardim Botânico. Foi um exercício do curso.
2. Diários gráficos. Dentro de um armário com portas de vidro vão encontrar uma série de bloquinhos com desenhos e apontamentos.
3. Exercícios e estudos. Ao longo do corredor e numa parede da sala grande podem ver muitos esboços, desenhos preliminares e exercícios a tinta da china sobre scratchboard.
4. Artes finais. Três paredes mostram os desenhos acabados.


Quanto aos meus trabalhos, poderão encontrar oito peças:
- exercícios a tinta da china sobre scratchboard (feito a aparo, pincel e raspado com uma lâmina);
- uma laranja a grafite;
- três estudos sobre o musgo (vários briófitos, evolução da Funaria, cápsulas da Timmiella)
- um estudo de plantas do Alqueva;
- uma arte final da Timmiella barbuloides a aguarela;
- e uma prancha sobre a Timmiella que combina a aguarela anterior com desenhos a tinta da china sobre poliester.



As condições da exposição não são perfeitas mas espero que percebam que a riqueza está nos desenhos e não nas paredes.

Se puderem aproveitem também para fazer uma visita ao Jardim Botânico!

terça-feira, maio 30, 2006

Prancha sobre a Timmiella (nova versão)


Esta é a versão final da prancha com uma aguarela e desenhos a tinta da china.
Optei pela orientação A3 ao baixo e suprimi alguma informação redundante. Inseri o nome científico da planta e uma legenda. Também coloquei escalas gráficas sob a forma de uma linha.

terça-feira, maio 23, 2006

Prancha sobre a Timmiella



Estes são dois estudos para a composição de uma prancha A3 ou 2 A4. Este trabalho vai ser feito a tinta da china e servirá como conclusão sobre o que aprendi sobre a Timmiella barbuloides. Penso que esclarece bem que, afinal, um musgo não é apenas um tapete verde e fofinho mas um conjunto de pequenas plantinhas a viver em comunidade.
Ainda tenho de decidir se vou incluir texto (o nome da espécie e uma legenda das várias partes) e como inserir as escalas.
Todas as sujestões são benvindas.

segunda-feira, maio 22, 2006

Timmiella barbuloides: a aguarela terminada



21 de Maio de 2006
Finalmente tomei coragem para acabar a arte-final para o curso de ilustração científica.
Já começo a sentir-me mais à vontade a trabalhar a aguarela.

sábado, março 25, 2006

Work in progress




Desde Fevereiro de 2006

Aguarela

Esta ilustração é uma arte final em que tenho vindo a trabalhar desde há algum tempo e cujas fases fui documentando.

Capsulas da Timmiella


Marcadores pretos, aguarela
9 de Março
Quando recolhi as minhas amostras de Timmiella estas cápsulas eram completamente verdes e mais estreitas. Ao longo do tempo que as conservei amadureceram e o opérculo (a "tampinha") diferenciou-se.

terça-feira, março 07, 2006

Desenvolvimento da Funaria


Marcadores pretos, aguarela. Início de Janeiro, fim de Fevereiro.

Funaria hygrometrica

Desde que recolhi as minhas amostras de musgo tenho-as conservado na varanda, com luz e humidade. Algumas têm-se desenvolvido e pude observar a evolução do amadurecimeto das cápsulas.

sexta-feira, março 03, 2006

Estruturas da Funaria hygrometrica



Grafite, aguarela. 28 de Fevereiro

Funaria hygrometrica

A Cecília e a Margarida têm sido ajudas preciosas e emprestaram-me um glossário de termos de briologia. Obrigada! Estes apontamentos foram retirados desse livro e ajudaram-me bastante a perceber as estruturas de um musgo.

quarta-feira, março 01, 2006

Folha da Timmiella



Marcadores pretos. 21, 29 de Fevereiro de 2006
Timmiella barbuloides. Secção da costa; ápice; secção da lâmina.
Estes desenhos foram feitos a partir da observação das folhas da Timmiella num microscópio, com uma ampliação de 60x. A transferência para o papel foi feita através da câmara clara, integrada no mesmo microscópio.

quinta-feira, fevereiro 16, 2006