Mostrar mensagens com a etiqueta reciclagem. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta reciclagem. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Crise e reciclagem

O Natal está aí não tarda nada e há sempre muitos presentinhos para comprar. Ora bem, com a crise, com os cortes em tudo e em mais alguma coisa, fica difícil dar presentes a todos...

A minha proposta é aproveitarem caixas de sapatos e outras embalagens..., o papel dos sacos do pão, uns pedacinhos de tecido, contas ou pérolas, fitas, cordões dos sacos de papel...

É só olharem à vossa volta, de certeza que vão encontrar algo com que decorar as vossas caixinhas...

Então, mãos à obra!
Esta caixa era uma caixa de sapatos, foi forrada seguindo este processo. Escolha duas cores contrastantes: eu usei castanho e marfim (tintas acrílicas). Pinte a caixa por dentro (cor de marfim) e por fora (castanho). Na tampa, pintei como mostra a imagem acima.
Para rematar, por dentro, colei, com cola quente, um cordão de seda rosa.

Depois, foi pegar em restos de tecido de cores mais ou menos similares, mas com texturas diferentes, e fazer flores. Colei as flores com cola quente, usei também cápsulas de bolotas, restos de franjas...

Pronto, digam lá que não fica um bonito presente?

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Fui eu que fiz!



Reciclagem - caixa de perfumes (cofret), forrada com papel de alumínio, guardanapo, fitas e strass.
Vela decorada com papel de alumínio, guardanapo e tintas de relevo.

Que nenhuma estrela queime o teu perfil
Que nenhum deus se lembre do teu nome
Que nem o vento passe onde tu passas.

...Para ti criarei um dia puro
Livre como o vento e repetido
Como o florir das ondas ordenadas.

Sophia de Mello Breyner

terça-feira, 17 de maio de 2011

Fui eu que fiz!



Aprende aqui a realizar caixinhas lindas, reciclando, gastando pouco. Só precisas de alguma paciência, criatividade...

Confissão

De um e outro lado do que sou ,da luz e da obscuridade,
do ouro e do pó,
ouço pedirem-me que escolha;
e deixe para trás a inquietação,
a dor,
um peso de não sei que ansiedade.
Mas levo comigo tudo
o que recuso. Sinto
colar-se-me às costas
um resto de noite;
e não sei voltar-me
para a frente, onde
amanhece.

Nuno Júdice

domingo, 8 de maio de 2011

No Coração, Talvez


No coração, talvez, ou diga antes:
Uma ferida rasgada de navalha,
Por onde vai a vida, tão mal gasta.
Na total consciência nos retalha.
O desejar, o querer, o não bastar,
Enganada procura da razão
Que o acaso de sermos justifique,
Eis o que dói, talvez no coração.

José Saramago

Corações em patchwork embutido. Um bom motivo para utilizar restos de tecidos...

quarta-feira, 4 de maio de 2011

A caixa de Pandora





Criação do Homem

Depois de criar o Céu, a Terra, os animais... Zeus, pai dos deuses, ordenou a Prometeu que criasse o Homem, porque a Terra necessitava de um ser inteligente que a governasse. Prometeu esculpiu o homem de barro, matéria prima existente no Planeta. Este fez o homem à imagem e semelhança dos deuses olímpicos. Externamente, os deuses e os homens eram parecidos, porém, internamente, o homem necessitava do FOGO, substância Olímpica, para que se igualasse aos deuses.
Zeus ordenara que criasse o Homem e não um Deus, mas Prometeu, depois de esculpir a sua obra, queria que o Homem fosse tão perfeito como os deuses do Olimpo. Então, dirigiu-se ao carro do Sol, no Olimpo, acendeu uma tocha e entregou-a ao Homem, que ficou na posse da matéria divina. O Homem tornou-se perfeito, imortal e vivia feliz no paraíso terrestre em harmonia com toda a natureza.
Zeus, descobrindo a desobediência de Prometeu, castigou-o terrivelmente: acorrentou-o fortemente numas rochas das montanhas do Cáucaso, onde uma águia lhe vinha comer o fígado todos os dias. O fígado é um órgão que se regenera e, assim, Prometeu foi castigado por muito, muito tempo.
Para reparar o que Prometeu fizera, Zeus ordenou que se criasse a mulher, Pandora. Linda, com a inteligência de Atenas e a beleza de Afrodite. Os deuses, antes de enviarem Pandora para terra, deram-lhe uma Caixa com a seguinte instrução: Jamais, em hipótese alguma, deveria abrir aquela Caixa.
O homem e a mulher, curiosos, abriram a Caixa de Pandora. Esta continha toda a desgraça da humanidade, ou seja, todos os nossos vícios, ficando na caixa apenas uma virtude, a Esperança. Com a libertação de todos os nossos vícios, o paraíso terrestre acabou e o homem, antes imortal, torna-se mortal. Do Fogo Olímpico que ardia no interior do Homem restou apenas uma centelha que é a própria Esperança de um dia regressar ao Paraíso Perdido.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Recicl'arte

Ainda as cápsulas de Nespresso!
Com estas cápsulas coloridas faz-se um sem número de trabalhinhos lindos! Aqui utilizei-as para fazer flores para decorar um arranjo para alindar a nossa Biblioteca. Utilizei apenas material reciclável: as referidas cápsulas, folhas, pinhas e troncos que apanhei no pinhal defronte da minha casa... Depois a cola, as tintas, a imaginação e criatividade trataram do resto.


Se Nada Há de Novo


Se nada há de novo e tudo o que há

já dantes era como agora é,
só ilusão a criação será:
criar o já criado para quê?
Que alguém me mostre, sobre um livro antigo
como quinhentas translações astrais,
a tua imagem, na inscrição, no abrigo
do espírito em seus signos iniciais.
Que eu saiba o que diria o velho mundo
deste milagre que é a tua forma;
se te viram melhor, se me confundo,
se as translações seguem a mesma norma.
Mas disto estou seguro: antigos textos
louvaram mais com bem menores pretextos.

William Shakespeare

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Recicl'arte


Cápsulas de Nespresso marteladas, arame de cobre e pérolas em fio de couro.


Sofro, Lídia, do medo do destino

Sofro, Lídia, do medo do destino.
A leve pedra que um momento ergue
As lisas rodas do meu carro, aterra
Meu coração.

Tudo quanto me ameace de mudar-me
Para melhor que seja, odeio e fujo.
Deixem-me os deuses minha vida sempre
Sem renovar

Meus dias, mas que um passe e outro passe
Ficando eu sempre quase o mesmo, indo
Para a velhice como um dia entra
No anoitecer.


Ricardo Reis


Eia as razões por que devemos reciclar:

domingo, 16 de janeiro de 2011

Recicl'arte

Esta Espécie de Loucura

Esta espécie de loucura
Que é pouco chamar talento
E que brilha em mim, na escura
Confusão do pensamento,

Não me traz felicidade;
Porque, enfim, sempre haverá
Sol ou sombra na cidade.
Mas em mim não sei o que há

Fernando Pessoa

A partir de quatro cápsulas de Nespresso fiz estes brincos! Comecei por achatar as cápsulas com o martelo, depois colei-as, fiz-lhe um buraquinho e...