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sábado, 23 de março de 2019

SOULFLY - RITUAL

"Ritual", o décimo primeiro álbum da Soulfly. Bem, "Ritual" não é um registro inovador, pois mescla o "Roots", álbum lançado pela Sepultura em 1996 e os álbuns lançados pela Soulfly pós "Prophecy", consequentemente, isso se relaciona com entrada no guitarrista Marc Rizzo na banda desde então. Sendo assim, um dos focos de "Ritual" está em conexão com a música tribal dos povos tribais norte-americanos, além das guerras, maldições e outros. As faixas que merecem destaque são "Under Rapture" (thrash metal, hardcore e death metal - Ross Dolan [Immolation] nos vocais), "Blood on the Street" ("Na fronteira entre o céu e o inferno, 22 milímetros de ferro" - essa letra relata o assassinato de uma criança da tribo Navajo) e "Feedback!" (puro Motörhead). Quanto a capa, um trabalho muito bem feito pelo Eliran Kantor, as cores dos castelos ou fortalezas me lembraram as cidades fictícias de Yunkai (cidade amarela) e Astapor (cidade vermelha) da série de TV Game of Thrones, além do arqueiro que se encaixa neste conceito. Enfim, um disco legal. 
"Ritual", Soulfly's eleventh album. Well, "Ritual" is not an innovative record, since it mixes "Roots", the album released by Sepultura in 1996 and the albums released by Soulfly after "Prophecy" (The first album with Marc Rizzo). So, one of the focuses of "Ritual" is the tribal music of the American tribal peoples, in addition to wars, curses and other themes. The tracks that stand out are "Under Rapture" (thrash metal, hardcore and death metal - Ross Dolan [Immolation] on vocals), "Blood on the Street" ("Na fronteira entre o céu e o inferno, 22 milímetros de ferro" - these lyrics report the murder of a Navajo tribe child) and "Feedback!" (pure Motörhead). As for the cover art, a work very well done by Eliran Kantor, the colors of the castles or fortresses reminded me of the fictional cities of Yunkai (yellow city) and Astapor (red city) of the TV series Game of Thrones, as well as the archer who fits into this concept. Anyway, a cool record.

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segunda-feira, 22 de outubro de 2018

SOULFLY - LIVE AT DYNAMO OPEN AIR 1998

Esta apresentação é da turnê do primeiro álbum lançado pela Soulfly em 1998 e esse registro foi liberado somente agora em 2018, porém é possível assistir alguns vídeos deste show no Youtube. O set list é composto por treze faixas que são um misto de Soulfly e Sepultura, além de alguns convidados especias como Benji (Dub War) e Chino Moreno (Deftones). O único ponto negativo é que esta formação da Soulfly não gravou nenhum álbum. Em tempo, a Soulfly lançou no dia 19 de outubro de 2018 o novo álbum "Ritual" no mesmo dia em que "Chaos A.D." completou vinte cinco anos. Da hora! Soulfly 98: Max Cavalera (vocal e guitarra), Marcello "Rapadura" Dias (baixo), Roy Mayorga (bateria) e Logan Mader (guitarra). 
This presentation is from the tour of the first album released by Soulfly in 1998 and this record was released only now in 2018, however it is possible to watch some videos of this show on Youtube. The set list consists of thirteen tracks that are a mix of Soulfly and Sepultura, plus some special guests like Benji (Dub War) and Chino Moreno (Deftones). The only downside is that this Soulfly line-up did not record any albums. On October 19, 2018, Soulfly released the new album "Ritual" on the same day that "Chaos A.D." completed twenty-five years. Cool! Soulfly '98: Max Cavalera (vocals and guitars), Marcello "Rapadura" Dias (bass), Roy Mayorga (drums) and Logan Mader (guitars). 

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terça-feira, 5 de junho de 2018

SOULFLY - SOULFLY

Depois da conturbada saída da Sepultura, da qual viviam o seu auge, Max Cavalera criou a Soulfly, para assim dar continuidade a sua carreira artística. Na época, este primeiro álbum foi aguardado com grande expectativa pelos fãs do Max e também da Sepultura. Bem, "Soulfly" foi um disco que foi amado, mas também odiado pelo público, já que imaginavam um álbum como "Arise" ou "Point-Blank" da Nailbomb. Na verdade, "Soulfly" é uma continuação de "Roots", como disse Max várias vezes, uma vez que muita das letras remetem bem ao Brasil e a parte sonora segue o ritmo desenvolvido no seu último álbum gravado com a Sepultura, isto é, guitarras com afinação baixa, riffs simples e diretos, bateria tribal, agressividade e experimentalismo. Neste ano de 2018, "Soulfly" completou 20 anos do seu lançamento e essa discussão ainda persiste, seja para o bem ou para o mal. Portanto, vou falar das coisas boas desse registro, uma vez que "Soulfly" foi importante para mim e eu escutei isso demais durante o meu crescimento. Independente de rótulos, esse álbum é intenso, pesado, belo mas também cheio de raiva, devido as tragédias envolvendo Max Cavalera. "Soulfly" é repleto de convidados especias, sendo uma característica marcante em todos os álbuns da Soulfly e pessoas de bandas como Fear Factory (Burton C. Bell, Dino Cazares e Christian Olde Wolbers), Nação Zumbi (Jorge du Peixe e Gilmar Bolla Oito), Chino Moreno (Deftones), Paul Booth (tatuador), Benji (Dubwar) e entre outros, tendo como destaque negativo a participação do oportunista e modista Fred Durst (Limb Bizkit - esse cara conseguiu ser odiado por todos do metal). As minhas faixas favoritas desse álbum são "Eye For An Eye", "Bumbklaatt" (esses dois sons estão relacionados com rompimento com a Sepultura e algumas das linhas de "Bumbklaatt" foram escritas para Wagner Lamounier da Sarcófago), "No Hope = No Fear" (com apenas uma corda de guitarra é possível tocar esse som), "Tribe", "Bumba", "Soulfly", "Quilombo", "Fire", "No", "Cangaceiro" e os dois covers da Discharge, que na minha opinião são um dos melhores covers já feitos desta grande banda de hardcore. Se não tivesse rolado toda essa treta entre Max e Sepultura, imagino que a maioria dessas músicas estariam no álbum que sucederia "Roots", exceto as faixas que falam diretamente desse fato. "Soulfly" foi produzido por Ross Robinson, que também produziu "Roots" e era o cara desse tempo. Enfim, eu vivi bons momentos escutando este álbum e tudo isso tem um caráter de nostalgia de uma era muito boa ao redor de amigos. Massa! Soulfly: Max Cavalera (4 stringz, lyrical terrorist, soul), Jackson Bandeira (guitarz), Marcello D. Rapp (bazz) e Roy "Rata" Mayorga (drumz). 
After the troubled departure of Sepultura, from which they lived their best moment as a band, Max Cavalera created Soulfly, to continue his artistic career. At the time, this first album was awaited with great expectation by fans of Max and also of Sepultura. Well, "Soulfly" was an album that was loved but also hated by the public, since they imagined an album like "Arise" or "Point-Blank" of Nailbomb. In fact, "Soulfly" is a continuation of "Roots", as Max said several times, since many of the lyrics refer to Brazil and the music follows the rhythm developed in his last album recorded with Sepultura, guitars with low pitch, simple and direct riffs, tribal drums, aggression and experimentalism. In this year 2018, it has been 20 years since the release of "Soulfly", and this discussion still persists, whether for good or ill. So I'm going to talk about the good things about this record, since "Soulfly" was important to me and I listened to it a lot during my teenage years. Regardless of musical style, this album is intense, heavy, beautiful but also full of anger due to the tragedies involving Max Cavalera. "Soulfly" is full of special guests, which is a hallmark feature on all Soulfly albums and people from bands such as Fear Factory (Burton C. Bell, Dino Cazares and Christian Olde Wolbers), Nação Zumbi (Jorge du Peixe and Gilmar Bolla Eight), Chino Moreno (Deftones), Paul Booth (tattoo artist), Benji (Dubwar) and others, with negative participation by opportunist and trend of the past Fred Durst (Limb Bizkit - this guy got the award for being the most hated person in the metal world). My favorite tracks on this album are "Eye For An Eye", "Bumbklaatt" (these two sounds are related to breakup with Sepultura and some of the lines from "Bumbklaatt" were written for Sarcófago's Wagner Lamounier), "No Hope = No Fear" (with only one guitar string it is possible to play this song), "Tribe", "Bumba", "Soulfly", "Quilombo", "Fire", "No", "Cangaceiro" and both covers songs of Discharge, which in my opinion are one of the best covers ever made for this great hardcore band. If all this bullshit between Max and Sepultura never happened, I figure most of those songs would be on the album after "Roots", except the tracks that speak directly about that fact. "Soulfly" was produced by Ross Robinson, who also produced "Roots" and he was the guy from that time. Anyway, I've had good times listening to this album and all this has a nostalgic character of a very good era together with friends. Great! Soulfly: Max Cavalera (4 stringz, lyrical terrorist, soul), Jackson Bandeira (guitarz), Marcello D. Rapp (bazz) and Roy "Rata" Mayorga (drumz).

Thrash Metal / Nu Metal / Groove / Tribal / Experimental - Phoenix - Arizona - E.U.A. / U.S.A.