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quarta-feira, 14 de maio de 2014

Este post não tem nada a ver com futebol...

 
 

Corações ao alto.
Papai, cunhadinho, Torres, Filipe e casal Menoita: fait attention à pressão arterial.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Claro que a asneira tinha de ser apanágio familiar.

A pensar no almocinho a tia T. manda o primo A., lindo e loiro, às compras com o tio J. Contextualizo-te, leitor incauto que ainda só agora aqui chegaste: nem o primo nem o tio jamais fizeram compras por conta própria. Ainda assim, ninguém - a não ser eu -, temeu o pior.
Chegados à superfície comercial conferenciam no carro sobre a secção à qual se dirigir para efectuar a compra. Veredicto final: secção da fruta. Titio - que não é burro nem nada e não queria estrear-se aos 50 anos nisto das vergonhas públicas - manda o gaiato sozinho. Chegado à secção das frutas o A. lança com esta bujarda que ainda hoje cobre de vergonha toda a família: "Bom dia. Queria um kg de fruta rojões.
Abstenho-me de mais comentários.

Não, felizmente não sou a única da família que não se comporta como se fosse autista e, por incrível que pareça, comemos com talheres.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Não bastava os gelados saberem a sardinhas, tinha de descobrir isto?

Se há coisas com sabores estranhos a senhora minha mãe descobre-as. Não, mentes pecaminosas; não me refiro a roupa comestível e afins. Falo mesmo de comida. Há uns anos era a gelatina com sabor a banana, cuja existência ainda hoje a minha amiga K. nega, porque a verdade é que nunca mais ninguém a voltou a encontrar em nenhuma superfície comercial. Agora dá-lhe com os iogurtes de limão. Mamãe querida, se eu quisesse a minha boca a saber a detergente para a loiça depois de comer um iogurte atirava-me ao Fairy. Tudo bem que eu como manga com casca por causa do sabor a resina, mas quer dizer, há limites! Iogurtes com sabor a limão? Vá lá que só comprou três ou quatro embalagens... de 12!

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Quem sai aos seus...

A minha mãe é o género de pessoa que me liga para o emprego a contar que encontrou o Sr. X morto em casa quando lhe ia levar o almoço. E eu sou o tipo de pessoa que pergunta de imediato se acaso já vistoriou os colchões em busca de maços de notas, conhecida de todos que era a sua forretice. A isso a mãe respondeu: não. Nem me lembrei. Mas já andei a ver e encontrei isto para o lavar porque creio que é a única maneira de uma vez na vida, quer dizer, na morte, o senhor estar lavado como deve ser. E mais não digo.